40 dias para chegar a bom porto: Cristo, porto da misericórdia e da paz”. Este é o lema da nossa caminhada diocesana da Quaresma. Inspira-nos o profeta Jonas, essa figura paradigmática do apelo à conversão.O itinerário quaresmal encontra, nos 40 dias de penitência pregados por Jonas (Jn 3,4), um especial significado de urgência de salvação, de necessidade imperiosa de arrepiar caminho, para salvar o ser humano e a criação. Mas, no princípio, no centro e na meta deste caminho, está Cristo, que é mais do que Jonas (cf. Mt 12,41)! Com Cristo, o verdadeiro Homem do leme, disponhamo-nos a percorrer o caminho da Quaresma à Páscoa, como uma viagem de quarenta dias (Jn 3,4), que nos leva, de cais em cais, num caminho de saída e com saída, ao encontro reconciliador e renovador com “Cristo, porto da misericórdia e da paz” (Prefácio da Quaresma VI).

"40 dias para chegar a bom porto: Cristo, porto da misericórdia e da Paz”. Este é o lema da nossa caminhada diocesana da Quaresma. Inspira-nos, nesta caminhada de 40 dias, o profeta Jonas, figura paradigmática do apelo à conversão pessoal e missionária.O itinerário quaresmal encontra naqueles 40 dias de penitência pregados por Jonas (Jn 3,4), um especial significado de urgência de salvação, de necessidade imperiosa de arrepiar caminho, para fazer chegar a todos a alegria do Evangelho. Mas, no princípio, no centro e na meta deste caminho, está Cristo, morto e ressuscitado. “Aqui está quem é mais do que Jonas” (Mt 12,41)! Com Cristo, o Homem do leme, disponhamo-nos a percorrer o caminho da Quaresma à Páscoa, como uma viagem de quarenta dias (Jn 3,4), que nos leva, de cais em cais, num caminho de saída e com saída, ao encontro reconciliador e renovador com “Cristo, porto da misericórdia e da paz” (Prefácio da Quaresma VI).  Entremos, hoje, no cais de embarque, aproveitando o tempo favorável, para a penitência e para a misericórdia.

Olhos, coração e boca. Olhar, viver e falar. Três dimensões da nossa vida que estão hoje sob o juízo da Palavra de Deus. No centro, é claro, está o coração. O coração fala ao coração. O coração de Deus ecoa na Palavra e ressoa em nossos corações. Quando nos fala, é o coração de Deus que transborda! Ponhamo-nos à escuta, deixando vibrar nas cordas do coração o timbre desta Palavra, para que ela possa frutificar na nossa vida. No silêncio do coração, acolhamos a Palavra do Amor e o fruto do seu amor, na entrega de Jesus ao Pai por nós.

Jesus sobe a parada e a escalada do amor: Amai os vossos inimigos! É bem alta a medida da vida cristã comum, que todo o discípulo é chamado a viver amando, não apenas quem é diferente de nós, mas também quem é contra nós. Perante a loucura deste amor sem medida, sentimo-nos pequeninos e suplicamos a Jesus que nos faça conhecer o amor que nos pede através do amor que nos oferece com a Sua misericórdia e o Seu perdão.

Felizes! Felizes. Felizes. Felizes.É a palavra com que Jesus começa a sua pregação. E é o refrão que Ele repete hoje, por 4 vezes, como se quisesse, antes de mais nada, fixar no nosso coração uma mensagem basilar: se estás com Jesus, se gostas de escutar a sua Palavra, se procuras vivê-la cada dia, és feliz. Não serás feliz, mas és feliz! Aqui está a primeira realidade da vida cristã. Somos, em Jesus, filhos amados do Pai. Eis o motivo da nossa alegria, uma alegria que nenhuma pessoa no mundo nem nenhuma circunstância da vida pode tirar-nos. E aqui e agora, somos felizes porque convidados para o banquete do Reino. Vistamos o traje de festa, o coração simples e pobre, e confessemos ao Senhor a tristeza da nossa pouca alegria!

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