Conferência São Vicente Paulo e In Manus Tuas

Conferência de São Vicente de Paulo de Nossa Senhora da Hora 2019/2020

A CARIDADE DIZ RESPEITO A TODA A COMUNIDADE

 

“Empenhar-se no serviço da promoção integral da pessoa humana, animada pela caridade, como parte integrante da evangelização e das suas repercussões sociais”(PDP 2019|2020, Proposta 31, p.21)

 

A CSVP tem vindo a crescer, no número de elementos (atualmente são 16) e na qualidade do serviço prestado, através de uma formação permanente mais consistente e da abertura de horizontes, no cuidado pastoral e na evangelização dos pobres.

 

Objetivo para Vicentinos neste ano pastoral:

  • Promover a consciência e da participação na vida da comunidade.

 

I. FORMAÇÃOVICARIAL

  • Participar nos encontros de Catequese Permanente sobre o batismo (datas já divulgadas).
  • Participar nos momentos de lectio divina.

 

II.    ALGUNS COMPROMISSOS COM A COMUNIDADE

  • Prosseguir a visita,o diálogo e o encontro pessoal,com as famílias pobres,de todas as pobrezas, não deixando que a missão da CSVP ser e uma mera agência de distribuição do Banco Alimentar, mesmo se a organização e distribuição do cabaz é uma das suas ações de grande valor.
  • Continuar a envolver as famílias convidando-as para participar nos eventos.
  • Mensalmente, oferecer textos / orações às famílias, no momento de levantamento do cabaz.
  • Continuar a promover a partilha de bens, na Eucaristia, valorizando a mesma, na apresentação dos dons,evidenciando o nexo entre o pão partido da Eucaristia e o pão repartido com os pobres e as dimensões sociais do mistério eucarístico.
  • Promover parcerias com diversos grupos paroquiais, de modo que a caridade seja assumida como dimensão essencial da vida cristã e da vida comunitária:

+ Com a Catequese da Infância e Adolescência, desenvolver o sentido do compromisso no serviço daCaridade;

+ Com os Crismandos e Grupo de Jovens, ajudar a fazer da experiência do voluntariado social e caritativo, lugar de discernimento vocacional;

+ Com os Visitadores de Doentes, promover o conhecimento e ajudar ecíprocos;

+ Com a Pastoral Familiar, colaborar no apoio e visita às famílias;

+ Com o Movimento Fé e Luz colaborar sinalizando e encaminhando os casos de famílias com pessoas marcadas pela deficiência mental;

+ Como pároco e diáconos, estar sempre em sintonia, pedindo que, em algumas reuniões (uma por trimestre), se façam presentes;

+ Em relação aos peditórios, referir na folha dominical no fim de semana anterior e nos avisos da celebração, mantendo o cuidado na comunicação para não “inundar os paroquianos com pedidos”;

 + Nos dias em que os Vicentinos fazem peditório devem ser os Vicentinos a entregar a folha dominical;

+ Com o Movimento Esperança e Vida que pode colaborar nos peditórios mensais.

 

I.     OUTRAS ATIVIDADES

 

  • 22 de fevereiro, sábado, 09h00 – 17h00: Retiro Vicarial.
  • 21 de março, sábado: às 09h00: iniciativa 24 horas para o Senhor.
  • 4 de maio, segunda-feira, às 21h00: Oração do Rosário, na Igreja Paroquial.
  • 7 junho: Encontro Diocesano de Cuidadores (data vai ser alterada).

 

Calendarização de atividades

Novembro

Fazer cruz com paus de videira.

Dezembro

Oferecer óleo para se benzerem com uma oração

Janeiro

Convite participar na festa dos batizados (todas as idades).

Fevereiro

Oferecer vela.

Março

Oferecer toalha e convidar para participar no lava pés.

Abril (Páscoa)

Oferecer frasquinho com água para depois ser benzida numa missa.

Maio

A definir

Junho

[Santo Onomástico] Oferecer às pessoas um marcador de livro com o Santo do nome da pessoa ou Santo do aniversário ou da profissão da pessoa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

INTEGRAR A MORTE NO HORIZONTE DA VIDA!

 

“A pergunta sobre a morte é a pergunta sobre a vida, e manter aberta a pergunta sobre a morte, talvez, seja a maior responsabilidade humana para manter aberta a pergunta sobre a vida” (Papa Francisco).

 

A partir de novembro de 2018, a Paróquia conta com este grupo, que se denomina “In Manus Tuas” («Nas Tuas mãos»). O nome recolhe a sua inspiração na frase bíblica (Lc 23,46; Sl 31,6) de Jesus na Cruz («Pai, nas Tuas mãos entrego o meu espírito») e serviu de lema episcopal a Dom António Francisco dos Santos, que queremos assim homenagear. A missão deste grupo é ajudar as famílias em situação de luto, acolhendo, acompanhando e rezando, com elas, desde logo no velório que tem lugar na capela mortuária. Será um sinal da presença da comunidade que sabe chorar com quem chora, sofrer com quem sofre, exercitando pela oração a virtude da esperança cristã. A sua presença junto da família pode ajudar também o pároco a tornar mais pessoal e familiar a celebração exequial, com elementos da história de vida, que sejam sinais de Deus, sementes do Verbo ou desafios de esperança.

 

Um dos propósitos, na sequência do Ano da Misericórdia, é responder à necessidade de um maior cuidado pastoral, por ocasião da morte. Precisamos de valorizar os gestos de acolhimento, de presença e de proximidade, de oração e de acompanhamento das pessoas, em situações de luto. A Igreja não pode alhear-se dos seus filhos, em situações tão dolorosas, como é esta, “quando a morte crava o seu aguilhão” (cf. Papa Francisco, Misericórdia et Misera, n.º 15; Amoris laetitia, n.ºs 253-258). “Por isso, exorto a que animemos de maior espírito pascal as celebrações exequiais e formemos um grupo de oração que acompanhe os velórios e aqueles para quem o luto é mais difícil” (Pe. Amaro Gonçalo, Homilia, 2.11.2017). Destacamos duas ações e as respetivas boas e más práticas:

 

Acompanhar o luto

Más práticas:

+ Dizer frases rotineiras sem conteúdo, por não se saber manter o silêncio e o abraço.

+ Generalizar: «mais cedo ou mais tarde toca a todos»; «um dia todos nós teremos de ir».

+ Interpretar a morte em termos fatalistas: «todos temos um destino».

 

Boas práticas:

+ Promover a aceitação da morte.

+ Estar atento às necessidades concretas, respeitando ritmos, melhoras e retrocessos no processo de elaboração do luto.

+ Permitir que a pessoa desafogue os seus sentimentos, sejam eles quais forem, mesmo absurdos e sem sentido.

 

 

Humanizar os ritos

Más práticas:

+ Evitar os ritos por serem questões tradicionais.

+ Impor ritos que não tenham significado para os participantes, caindo em «fazer teatro» ou puro formalismo.

+ Impedir a participação das crianças nos ritos.

 

Boas práticas:

+ Preparar os ritos, personalizando-os na justa medida, respeitando a sua dimensão repetitiva.

+ Fomentar a participação de todas as pessoas protagonistas, nos momentos em que os ritos o preveem.

+ Utilizar símbolos significativos para os participantes, impedindo que sejam meros formalismos frios.

 

Compromissos com a comunidade

+ Participação no almoço de Nossa Senhora do Ó, no domingo, dia 15 de dezembro.

+ Participação no retiro vicarial, no sábado, dia 22 de fevereiro.

+ Participação no Dia Diocesano dos cuidadores: 7 junho (Casa Diocesana de Vilar) – data vai ser alterada.

+ Participação no Dia da Comunidade – 13 de junho.

 

 

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