Estamos a concluir a Oitava do Natal, em que contemplámos o rosto do Menino, verdadeiro Deus e verdadeiro homem. A união inseparável, e sem confusão, das duas naturezas, a humana ea divina, levou a fé da Igreja a proclamar Maria, Mãe de Jesus, como “Mãe de Deus”. Este é o seu maior título de glória. 

“Pobre de meios mas rica no amor”,é assim a Família de Nazaré, de Jesus, Maria e José. O mistério da encarnação, que o Natal celebra, é inseparável desta família, onde Jesus nasce, vive e cresce como Filho de Deus.O Evangelho deste domingo mostra-nos esta família a caminho de Jerusalém para a apresentação do Menino. “Nos passos de José e Maria, escondem-se tantos passos. Vemos as pegadas de famílias inteiras que hoje são obrigadas a partir”. 

Movidos pela Estrela que brilha no amor”, percorremos, desde o início do Advento, o caminho que nos conduz ao Presépio. Ali mesmo, na simplicidade de uma casa da periferia, entre uma mãe e um pai, cheios de fé e amor, brilha a Estrela Maior, Jesus Cristo. 

Movidos pela Estrela que brilha no amor, estamos à porta do Natal do Senhor. O Senhor, que outrora não quis para Si um palácio real e preferiu abrigar-Se numa tenda, faz a sua morada em Maria, a cheia de graça. O Senhor, da descendência de David, nascerá no Presépio de Belém: uma casa pobre de meios, mas onde não falta a ternura de Maria e a bondade de José.

O testemunho de João Batista deixa-nos esta marca de liberdade: ele é o precursor e o apresentador d’Aquele que vem ao nosso encontro e já está no nosso meio! Mas a Estrela que brilha é Jesus. 

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