Cada vez que padecermos

corajosamente por fazer o bem,

resplandeceremos, como sinais luminosos de esperança.

Sejamos cristãos mansos e dóceis,

mas firmes e corajosos,

para darmos razões de esperança

a um mundo armado até aos dentes.

Que o Espírito do Senhor nos torne

instrumentos daquela

paz desarmada e desarmante,

que Leão XIV tanto nos pede.

Nada há hoje de mais urgente,

do que essa paz, desarmada e desarmante,

Vai longa a Páscoa do Senhor. Há mais de um mês. E este é já o sexto domingo destes cinquenta dias, em honra de Cristo Ressuscitado, que são como que um só Domingo.Jesus prepara-Se para partir para junto do Pai. Mas não nos deixa órfãos, nem sozinhos. Deus Pai enviou-nos o Seu Filho e agora o Pai e o Filho enviam-nos o Espírito Santo, derramado em nossos corações, para sermos habitados pelo hóspede divino.  Não somos, nem estamos órfãos, também por outra razão: porque temos Mãe! Não somos órfãos porque temos Maria, a Mãe de Jesus, que nos foi dada por Ele como Mãe. Eis-nos, pois, no regaço do seu abraço. Que Ela nos ajude a sermos cada vez mais dóceis ao Espírito Santo Paráclito, nosso Advogado e Consolador.

Reunimo-nos para celebrar o 5.º domingo da Páscoa, neste 1.º domingo do mês de maio, que é também, em Portugal, o Dia da Mãe. Jesus põe a mesa e põe-nos à mesa com Ele. Nesta Casa e nesta mesa, como um dia no céu, Jesus tem reservado para cada um o seu lugar. Ao partir deste mundo, Jesus apresenta-Se aos discípulos como Caminho para o Pai.  Não fazemos este caminho sozinhos. Neste mês de Maria, a Mãe «mostra-nos o caminho» para Jesus. Maria é «o sinal» do Caminho. Por Maria, chegamos a Jesus e por Jesus chegaremos ao Pai. Preparemos então o nosso coração para esta Festa da Eucaristia, que é, por definição, “ação de graças”: “Que a celebração de mais um Dia da Mãe junte, em coro, as nossas vozes para manifestarmos todo o amor e gratidão para com as nossas mães” (Mensagem da Comissão Episcopal da Família, Dia da Mãe 2026)!

Anexa-se escala

para a oração do Rosário no mês de maio.

Na sacristia e na secretaria

há uma publicação

“Trinta e um dias com Maria”,

da Arquidiocese de Braga,

que podem seguir,

a não ser que queiram elaborar

um esquema próprio.

Podem pedir cópia das páginas do livro

para o respetivo dia.

Neste Quarto Domingo da Páscoa, Domingo do Bom Pastor e Dia Mundial de Oração pelas Vocações, o Evangelho apresenta-nos Jesus como o Pastor Belo, que conhece cada uma das suas ovelhas pelo seu nome. Não é um Pastor distante; é Aquele que compreende as nossas fragilidades, que caminha connosco e que dá a vida por nós. Em comunhão com toda a Igreja e com o Papa Leão XIV, somos convidados a descobrir, no mais profundo do nosso coração, o dom que Deus ali confiou. Nesta Eucaristia, peçamos a audácia de parar, escutar e confiar na voz do Bom Pastor. Que em cada um de nós se reavivem os dons que o Senhor nos confiou. E a certeza da palavra do Senhor, que nos diz “Eu estou contigo” (Is 41,10).

Decorrem de 24 de abril a 14 de maio,

as Festas em honra de Nossa Senhora da Hora,

segundo o formato habitual dos últimos anos.

A Associação Festas de Nossa Senhora da Hora

e a Paróquia de Nossa Senhora da Hora

estão a desenvolver um processo sinodal

de reflexão para uma reconfiguração

do programa das Festas,

com um calendário mais curto

e um programa mais rico,

ajustado ao ambiente urbano da Cidade

da Senhora da Hora.

Este é terceiro domingo da Páscoa, como de Páscoa são todos os domingos. E Jesus Ressuscitado continua hoje a vir ao nosso encontro, no primeiro dia da semana – o domingo – para ser a nossa luz na escuridão, a nossa paz no meio dos medos, a nossa companhia em casa e à mesa. Ele oferece-Se-nos como o verdadeiro Pão e Caminho da Vida. Neste início da Semana da Oração pelas Vocações, abramos o nosso coração à Palavra e à presença do Senhor, que Se coloca no nosso meio, para nos abrir caminhos de esperança. Que esta Eucaristia nos ajude a abrir os olhos, e tal como os discípulos de Emaús, a reconhecer a presença viva de Cristo, respondendo com generosidade ao chamamento que o Senhor nos dirige.

Na tarde daquele dia, o primeiro dia da semana” (no domingo de Páscoa) e “oito dias depois” (dia da nossa Páscoa semanal), “veio Jesus, apresentou-Se, no meio deles e disse: «A paz esteja convosco»”.O lugar do encontro com Cristo Ressuscitado é, em todas as aparições do Ressuscitado, à mesa, onde os discípulos O reconheceram vivo na fração do Pão! Na continuidade destes encontros, reunimo-nos nós, em cada domingo, na sala da Ceia, para celebrarmos juntos a Páscoa semanal. Jesus nunca falta ao encontro. Entra-nos pela casa dentro e traz-nos sempre com Ele o remédio para as nossas feridas: a vida em abundância, a alegria plena em Sua presença, a misericórdia sem limites e a Paz aos nossos corações! Este é também o Domingo da Divina Misericórdia.

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