Oração para as férias

Dá-nos, Senhor,
depois de todas as fadigas
um tempo verdadeiro de paz.

Dá-nos,
depois de tantas palavras
o dom do silêncio
que purifica e recria.

Dá-nos,
depois das insatisfações que travam
a alegria como um barco nítido.

 

«Vinde comigo para um lugar isolado e descansai um pouco» (Mc 6,31)! É Cristo, o Bom Pastor, que Se compadece de nós, Seus discípulos missionários, e nos leva a descansar, nos conduz e nos prepara a mesa da abundância. Aqui reconforta a nossa alma. Vamos, na escuta da Sua Palavra e ao abrigo da Sua presença, celebrar o domingo do nosso repouso, da nossa paz e da nossa alegria no Senhor! Manifestemos a consciência de que todos somos ovelhas e todos temos necessidade de um Bom Pastor que cuide de nós.

33 é um número que nos reporta

à suposta idade maior de Cristo,

à consumação da sua missão,

ao tempo da sua Crucifixão e Ressurreição.

Por isso, neste aniversário,

leio toda a minha vida pessoal e pastoral,

nessa chave pascal,

que nos faz olhar para o positivo e para o negativo,

para o êxito e para o fracasso, com a mesma gratidão,

como polos de uma vida, em tensão permanente

para a santidade, até alcançar, um dia,

a medida de Cristo,

Homem novo, na Sua plenitude!

Neste Domingo, na Igreja Catedral do Porto, quatro jovens serão ordenados presbíteros. Julho é o mês das ordenações na nossa Diocese e em outras dioceses do País. Por isso, são muitas as comunidades cristãs que celebram o dom do sacerdócio ministerial, também na comemoração do aniversário de ordenação dos seus párocos. Neste Domingo, em que o Senhor chama a Si os Apóstolos e, a partir de Si, os envia aos outros, rezemos especialmente pelos sacerdotes e pela sua missão: pelos que estão a começar e pelos que estão a concluir, pelos que estão felizes e pelos que atravessam crises e sofrimentos no seu ministério. Deixemo-nos interpelar pela Palavra de Deus, que nos chama à presença e ao encontro do Senhor e, a partir daí mesmo, nos envia ao encontro dos que mais precisam de uma cura de silêncio, de escuta, de presença, de afeto.

 

Com todos e para o bem de todos:

Peregrinos de esperança!

Este é o lema para o ano pastoral de 2024-2025,

na Diocese do Porto.

Um mote fortemente marcado

pela Celebração do Jubileu de 2025.

O Plano aponta para três objetivos:

E baixou, de repente, a temperatura da fé! Jesus, capaz de expulsar demónios, de acalmar a tempestade, de estancar o fluxo de sangue e de acordar os mortos, vê-Se impotente, na sua terra e entre a sua gente de Nazaré, de tal modo que não pôde ali fazer nada de extraordinário! Na verdade, é a fé que abre caminho ao milagre que transforma, cura e salva, acorda, ergue e levanta a nossa vida. Por isso, peçamos ao Senhor que desfaça a dureza dos corações e a limitação das nossas mentes, para que sejamos abertos à sua graça, à sua verdade e à sua missão de bondade e misericórdia.

Crença mágica ou confiança. Qual é a fé que nos salva? O Evangelho deste domingo, leva-nos a passar de uma fé, que é uma espécie de crença mágica num poder divino, a uma fé, feita de confiança, que brota do encontro pessoal com Cristo e nos faz levantar e ressurgir para uma vida nova. Esta fé no Senhor, que é fonte de vida nova, de ressurreição,  deve também traduzir-se numa vida comprometida com a caridade ativa, em partilha generosa, com os mais pobres. Deixemo-nos tocar por Jesus, deixemo-nos curar e salvar por Ele, que olha ao redor e vem ao nosso encontro, para nos alimentar na fé, na esperança e na caridade. Preparemo-nos para O receber.

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