Guia:

 

Senhor, nosso Deus e nosso Pai,

convidas-nos a cuidar com ternura e amor da vinha

da nossa Casa Comum, da família,

da Igreja e do mundo:

que a partilha alegre desta refeição

nos torne mais teus filhos,

atentos aos interesses dos irmãos,

para sermos uma só alma e um só coração.

 

Todos: Ámen. 

Continuamos, neste domingo, a escutar o convite do Pai a trabalhar como filhos na vinha da Igreja, do nosso mundo, da nossa Casa comum. Há quem diga logo que “sim”, mas depois vire as costas; e há quem diga que “não”, mas depois se arrependa e vá. A parábola deste domingo é uma espécie de placa giratória: na medida em que ela se dirige aos que se acham justos, adverte-os para o risco de se tornarem pecadores hipócritas e instalados; na medida em que ela se dirige aos pecadores, dá-lhes a possibilidade de se porem a caminho, à escuta do Senhor, arrepender-se e levantar-se.Quero ser um humilde pecador a caminho… ou um pecador hipócrita, instalado na sua vida dupla? Eis a questão que está em cima da mesa da Palavra, nesta Eucaristia. 

Como vai ser a Catequese neste ano pastoral?
Como a vamos fazer, respeitando as normas da DGS?
Como vamos salvar a catequese, a família, a comunidade e a Eucaristia,
em tempos de prolongada pandemia?
Ponderámos as condições do edifício do Centro Paroquial
e a capacidade da Igreja, para a participação dos catequizandos
e pais na Catequese e na Eucaristia,
e tivemos em conta o número efetivo de catequizandos,
por anos e por grupos.
Quais os ritmos e modalidades de catequese?
Quais os horários?
Como é que os pais se vão envolver neste processo?
Eu mesmo darei a cara por esta «revolução»,
em encontro com os pais com filhos na Catequese.
Veja a seguir as datas dos encontros do pároco e catequistas com um dos pais:

Com o trabalho nas vinhas, que não dá tréguas, o desafio do Senhor, na parábola deste domingo, é largar tudo para trabalhar na Sua vinha e responder à hora em que Ele mesmo nos chamar. Ele sai ao nosso encontro, desde manhã cedo ao entardecer, e faz-nos o desafio: «Ide vós também para a minha vinha»! Não seremos os primeiros, mas a surpresa é reservada precisamente para os últimos. Ele recebe-nos e recompensa-nos, não pelo valor dos nossos méritos, mas segundo a grandeza e a bondade do Seu coração! Confiemo-nos então à graça infinita do Seu perdão.

Setenta vezes sete não é uma conta que se faça de cabeça, para definir o teto máximo do perdão. Não. Setenta vezes sete é uma operação, sem lógica, que se faz a partir do coração. De todo o coração. O coração é a porta por onde entra e por onde sai o perdão. Entra pela porta do nosso coração o perdão de Deus em valores elevados ao infinito, que jamais poderíamos saldar. E às vezes não sai do coração o perdão para o irmão ou então é dado a custo e sob condição. A Palavra de Deus hoje quer mostrar-nos que estamos todos em dívida para com Deus e para com os irmãos. Por isso, só um grande perdão nos poderá salvar. Recebamo-lo, para o podermos dar.

Setembro é o mês de todos os regressos: o regresso a casa e à família, o regresso à escola e ao trabalho, o regresso à comunidade paroquial e à vida pastoral. Ao celebrarmos o domingo, o primeiro dia da semana, sentimos o apelo do encontro com o Senhor e do reencontro com os irmãos. A sede e a saudade desta alegria da comunhão fazem-nos sair de nós mesmos e de nossas casas ao encontro dos irmãos, para celebrarmos juntos a nossa fé, como verdadeira família. Olhando-nos uns aos outros, aqui reunidos, podemos exclamar, como o salmista: “Ó como é bom e agradável viverem os irmãos bem unidos” (Sl 133/132,1), porque “onde dois ou três se reunirem em Meu nome – disse Jesus – Eu estarei no meio deles” (Mt 18,20).

Com data de 28 de agosto de 2020

Dom Manuel Linda, Bispo do Porto,

emite uma Nota Pastoral para nos ajudar

a "Viver, celebrar e cultivar a fé

em tempo de pandemia".

São indicações práticas que nos ajudarão

a planificar e organizar, dentro do possível,

o novo ano pastoral de 2020-2021

Há também palavras de gratidão, alento e confiança,

num tempo que se oferece como oportunidade

de renovação inadiável.

"Temos que nos convencer de que desacelerar um determinado ritmo de produção e consumo pode conduzir a outro modo de progresso e desenvolvimento".

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