Subimos, uma vez mais, à montanha, para escutar a Palavra de Jesus e acolher a Sua presença no meio de nós. Continuamos a escutar o longo ensinamento de Jesus aos Seus discípulos, no chamado Sermão da Montanha. A Palavra de Deus, desde a 1.ª leitura, põe-nos hoje diante de escolhas: “o fogo e a água, o bem e o mal, a vida e a morte” e podíamos dizer o amor próprio ou o amor ao próximo. “O que cada um escolher, isso lhe será dado” (Sir 15,17).

Jesus olha para nós, aqui reunidos à Sua volta. E diz-nos quem somos e o que espera de nós! «Vós sois o sal da terra; vós sois a luz do mundo». Parece-nos um exagero! Mas Jesus acredita em nós. Mesmo pequenos e pobres, podemos transformar a Terra e iluminar o mundo!Chamados a ser sal da terra, reconhecemos que muitas vezes perdemos o gosto e a alegria de sermos cristãos. Chamados a ser luz do mundo, nós reconhecemos que muitas vezes esta luz não irradia, mas se esconde ou se apaga. 

O Padre Amaro Gonçalo,

Pároco de Nossa Senhora da Hora e Guifões

organiza viagem de grupo à zona dos Balcãs:

Albânia, Kosovo e Montenegro.

Viva esta aventura, em grupo,

com espírito de humor e de fraternidade,

contando com a qualidade da agência

de viagens, que cuida de tudo. 

Já estão todos os lugares ocupados.

Irmãos e irmãs,desde este domingo e até ao início da Quaresma, iremos escutar, a partir do Evangelho segundo São Mateus, o chamado «Sermão da Montanha». Hoje vamos ouvir a parte mais bela e feliz deste Discurso. Jesus apresenta-nos as Bem-aventuranças! Jesus felicita-nos, pelo facto de sermos seus discípulos e porque assim o reinado do amor de Deus, pode encher de alegria o nosso coração! Ele quer-nos felizes. Que essa felicidade possa ser experimentada desde já, e aqui, no encontro com Ele.

Celebramos hoje, pela sétima vez, o Domingo da Palavra de Deus. No dia 30 de setembro de 2019, o saudoso Papa Francisco fixou este III Domingo do Tempo Comum como Domingo da Palavra (Motu proprio Aperuit illis, n.º 3). Fazemo-lo também, no contexto da semana de Oração pela unidade dos cristãos, que decorre desde 18 até este domingo, 25 de janeiro. E “não se trata de mera coincidência temporal: a celebração do Domingo da Palavra de Deus expressa uma valência ecuménica, porque a Sagrada Escritura indica, a quantos se colocam à sua escuta, o caminho a seguir para se chegar a uma unidade autêntica e sólida” (Ibidem). A finalidade deste Domingo da Palavra é “renovar o compromisso em favor da difusão, conhecimento e aprofundamento da Sagrada Escritura, para compreender a riqueza inesgotável que provém daquele diálogo constante de Deus com o seu Povo” (Papa Francisco, Bula Misericordia et Misera, n.º 7). Vamos, por isso, nesta celebração comprometer a nossa vida com esta Palavra e, à luz desta Palavra, rever toda a nossa vida. Abramos a nossa mente e o nosso coração, para dar resposta ao lema proposto para este Domingo da Palavra: “A Palavra de Cristo habite em vós com abundância” (Cl 3,16).

Celebramos hoje o 2.º Domingo do Tempo Comum. Depois das festas natalícias e da Manifestação do Senhor no seu Batismo, chegou a hora de Jesus ser apresentado por João Batista. Conhecer Jesus e dá-l’O a conhecer com mansidão é o testemunho que João nos deixa hoje. Na verdade, as imagens belas do cordeiro e da pomba sugerem-nos a mansidão, como forma de ser e como estilo de evangelização. Deixemo-nos então converter pelo Senhor, cuja força e poder Se revelam no Seu coração manso e humilde.

Irmãos e irmãs:  Todos esperam por Ti. Com este lema, percorremos um longo caminho, desde o início do Advento, a 30 de novembro, até chegarmos hoje (10/11 de janeiro) à celebração da Festa do Batismo do Senhor. Esta Festa do Batismo do Senhor conclui o Tempo do Natal e o ciclo da Manifestação do Senhor e oferece-nos uma imagem de Jesus, que não estávamos à espera.  Jesus, que desceu do céu à terra, desce até ao mais fundo da nossa fragilidade, para daí nos resgatar, libertar e redimir. Agora, aquele «Todos esperam por Ti», voltado para Jesus, vira-se para todos nós, para todos os batizados, para cada um, a quem Jesus diz: “Agora, é por ti, que todos esperam”. Respondamos a este desafio com coração humilde.

No caminho, andam uns Magos, em busca do Salvador. Procuram aprender a ler os sinais, a ouvir os outros, a escutar as Escrituras. E, pelo Caminho, encontram o Messias esperado, em Belém, no Presépio, a “Casa do Caminho”. Ali se prostram em adoração e oferecem os seus presentes e, depois, voltam, mas por outro caminho. Nesta Solenidade da Epifania – que em Itália, por ser feriado, se celebrará no próximo dia 6 de janeiro – o Papa Leão XIV concluirá o Jubileu da Esperança, encerrando a Porta Santa da Basílica de São Pedro em Roma. Agora, há que dar continuidade a esta Esperança que não engana e não morre, que é o Senhor Jesus. Termina o ano Jubilar, mas não termina o caminho, nem se fecha a porta da Esperança. Ela continua aberta e a abrir-nos caminhos de esperança. Como os Magos, dobremos os nossos corações, prostrados, diante da humildade do Menino, e peçamos ao Senhor que ilumine as trevas do coração com a luz da sua paz.

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