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Jesus continua sob interrogatório e a surpreender-nos com as suas respostas. Da política ao catecismo, os fariseus experimentam Jesus, em todas as matérias. Agora, a pergunta a Jesus é sobre qual o principal mandamento, de entre 613 preceitos! Jesus recorda-nos o amor a Deus e ao próximo, como duas faces da mesma moeda, pondo diante de nós o rosto de Deus e a face do irmão. Ambos provêm do mesmo Amor com que Deus primeiro nos amou. Amar a Deus e amar o próximo não é mais do que responder ou corresponder a esse primeiro amor. Por isso, movidos pelo amor de Deus, deixemo-nos converter ao Deus vivo e verdadeiro.

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Corações ardentes, olhos abertos e pés ao caminho… são os três movimentos dos discípulos do Senhor, depois de serem atravessados e encontrados por Jesus, no Caminho de Emaús. O Papa Francisco escolheu essa cena bíblica, como fonte de inspiração para a Celebração deste Dia Mundial das Missões. Uma vez que a missão tem na Eucaristia a sua fonte e a sua meta, somos todos convidados, nesta Celebração, a deixar arder os nossos corações na escuta da Palavra. À volta da mesa do altar, seremos também desafiados a abrir os olhos da fé, no gesto eucarística de partir o Pão, para reconhecer Jesus.  E, finalmente, como sempre, seremos enviados da Missa em Missão, pondo pés ao caminho. 

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Vamos com alegria. Juntos por um caminho novo”. Este convite, que resume o lema do novo ano pastoral, está bem inspirado naquele convite do salmista peregrino, que cantava a caminho do Templo: “Vamos com alegria para a Casa do Senhor”. É a alegria de caminharmos juntos ao encontro do Senhor. É alegria de celebramos juntos o Dia do Senhor. É a alegria de sermos e de vivermos em comunidade. Este desafio pastoral “Vamos com alegria” traduz-se, também hoje, no Evangelho, no convite do Senhor: “Preparei o meu banquete (…) Vinde às bodas”. E somos todos, todos, todos, convidados para a mesa do Senhor!

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Ainda cheira a vinho novo, a vinha e a vindimas, pelo menos nos aromas da Liturgia da Palavra deste Domingo. Pela terceira vez, somos convidados a cuidar desta vinha, à imagem de Deus, que cuida de nós, na esperança dos melhores frutos. Em Roma, os participantes na Assembleia Sinodal procuram cuidar da vinha da igreja, para fazer dela, tal como a vinha da parábola, um lugar vital onde todos encontrem um lugar, uma palavra, um alento de esperança, uma fonte de alegria. Estamos a iniciar um novo ano pastoral, um novo ano de catequese. E somos chamados a cuidar uns dos outros com a ternura de um jardineiro e a paciência de um vinhateiro, como servidores da alegria do Senhor. Por isso, o desafio deste ano pastoral é este: “Vamos com alegria. Juntos por um caminho novo”.

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Continuamos, neste Domingo, a escutar o convite do Pai a trabalharmos, como filhos queridos, na Sua vinha. A Vinha do Senhor é não é lugar de tormento, de castigo, mas praça da alegria. A Vinha não é apenas o espaço interior da Igreja, com os seus diversos grupos e movimentos. A Vinha é todo o campo deste mundo, onde os cristãos são chamados a colaborar na edificação do Reino de Deus. Somos chamados a fazê-lo, com a prontidão e a alegria do serviço, com gestos concretos e não com palavra vazias. Porque muitas vezes dizemos sim… mas não agimos em coerência e em consequência, peçamos perdão.

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As contas de Jesus, feitas de cor, com o coração, continuam a baralhar a nossa cabeça.Com o trabalho nas vinhas, que não dá tréguas, o desafio do Senhor, na parábola deste domingo, é largar tudo para trabalhar na Sua vinha e responder à hora em que Ele mesmo nos chamar. Ele sai ao nosso encontro, desde manhã cedo ao entardecer, e faz-nos o desafio: «Ide vós também para a minha vinha»! Não seremos os primeiros, mas a surpresa é reservada precisamente para os últimos. Ele recebe-nos e recompensa-nos, não pelo valor dos nossos méritos, mas segundo a grandeza e a bondade do Seu coração! Confiemo-nos então à graça infinita do Seu perdão.

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Setenta vezes sete não é uma conta que se faça de cabeça, para definir o teto máximo do perdão. Não. Setenta vezes sete é uma operação, sem lógica, que se faz a partir do coração. De todo o coração. O coração é a porta por onde entra e por onde sai o perdão. Entra pela porta do nosso coração o perdão de Deus em valores elevados ao infinito, que jamais poderíamos saldar. E às vezes – que tristeza – não sai do coração o perdão para o irmão. A Palavra de Deus hoje quer mostrar-nos que estamos todos em dívida para com Deus e para com os irmãos. Por isso, só um grande perdão nos poderá curar e salvar. Recebamo-lo, para o podermos oferecer.

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Setembro é o mês de todos os regressos: o regresso a casa e à família, o regresso à escola e ao trabalho, o regresso à comunidade paroquial e à vida pastoral. Ao celebrarmos o domingo, o primeiro dia da semana, sentimos o apelo do encontro com o Senhor e do reencontro com os irmãos. Olhando-nos uns aos outros, aqui reunidos, podemos exclamar, como o salmista: “Ó como é bom e agradável viverem os irmãos bem unidos” (Sl 133/132,1), porque “onde dois ou três se reunirem em Meu nome – disse Jesus– Eu estarei no meio deles” (Mt 18,2o).Mas, ao olharmos para o nosso lado, sentimos também a falta de quem não veio, de quem desertou, de quem desistiu ou se zangou. Somos todos chamados a sair ao encontro de cada irmão, para o atrair para Cristo, para o reconduzir à alegria da comunhão. 

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Estamos em setembro, a recomeçar o nosso Caminho. E queremos fazê-lo juntos, na alegria de ser e de viver em comunidade. Jesus não ilude com promessas de facilidades os que O desejam seguir. Somos desafiados por Jesus a segui-l’O pelo caminho da Cruz ou, no dizer de São Paulo, a oferecermo-nos “como sacrifício vivo, santo, agradável a Deus, como culto espiritual”.  Comecemos, então, este encontro com Ele, nesta celebração, reconhecendo a necessidade de transformação do nosso coração, da nossa mente e da nossa vida, para seguir a Cristo, no caminho da fé.

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O clima social e meteorológico do mês de agosto parece mais propício à evasão, à fuga e à distração, do que ao silêncio, à reflexão, à surpresa, ao estado de maravilhamento ou ao espírito de interrogação. Deixemo-nos interpelar pelas muitas perguntas e desafios, que a Palavra de Deus faz ressoar em nossos corações. E que este encontro com Cristo vivo na sua Igreja dê glória a Deus para sempre!

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