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Decorrem de 24 de abril a 14 de maio,

as Festas em honra de Nossa Senhora da Hora,

segundo o formato habitual dos últimos anos.

A Associação Festas de Nossa Senhora da Hora

e a Paróquia de Nossa Senhora da Hora

estão a desenvolver um processo sinodal

de reflexão para uma reconfiguração

do programa das Festas,

com um calendário mais curto

e um programa mais rico,

ajustado ao ambiente urbano da Cidade

da Senhora da Hora.

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A Semana de Oração pelas Vocações 2026,

decorre entre 19 e 26 de abril.

Tem como lema “Eu estou contigo” (Is 41,10).

Na Mensagem do Papa para o 63.º Dia

de Oração pelas Vocações,

Leão XIV recorda quatro caminhos a desenvolver,

um dos quais diretamente ligado ao lema escolhido:

 ‘Eu estou contigo’,  que é o caminho da confiança”.

A CEVM disponibiliza  

na página euestoucontigo.pt

os materiais para a vivência

da Semana das Vocações,

Bênção da mesa | 19.04.2026

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ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES 2026

Senhor, Pai e Criador, 
fonte de toda a vida,
acolhe a nossa oração
e ajuda-nos a descobrir o sonho
que tens para cada um de nós.

Senhor Jesus, amigo fiel,
revela-nos os passos
para Te seguirmos 
mais de perto.

Espírito Santo, fogo ardente,
derruba em nós 
os medos e os obstáculos
para vivermos a nossa vocação.

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Este é terceiro domingo da Páscoa, como de Páscoa são todos os domingos. E Jesus Ressuscitado continua hoje a vir ao nosso encontro, no primeiro dia da semana – o domingo – para ser a nossa luz na escuridão, a nossa paz no meio dos medos, a nossa companhia em casa e à mesa. Ele oferece-Se-nos como o verdadeiro Pão e Caminho da Vida. Neste início da Semana da Oração pelas Vocações, abramos o nosso coração à Palavra e à presença do Senhor, que Se coloca no nosso meio, para nos abrir caminhos de esperança. Que esta Eucaristia nos ajude a abrir os olhos, e tal como os discípulos de Emaús, a reconhecer a presença viva de Cristo, respondendo com generosidade ao chamamento que o Senhor nos dirige.

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Na tarde daquele dia, o primeiro dia da semana” (no domingo de Páscoa) e “oito dias depois” (dia da nossa Páscoa semanal), “veio Jesus, apresentou-Se, no meio deles e disse: «A paz esteja convosco»”.O lugar do encontro com Cristo Ressuscitado é, em todas as aparições do Ressuscitado, à mesa, onde os discípulos O reconheceram vivo na fração do Pão! Na continuidade destes encontros, reunimo-nos nós, em cada domingo, na sala da Ceia, para celebrarmos juntos a Páscoa semanal. Jesus nunca falta ao encontro. Entra-nos pela casa dentro e traz-nos sempre com Ele o remédio para as nossas feridas: a vida em abundância, a alegria plena em Sua presença, a misericórdia sem limites e a Paz aos nossos corações! Este é também o Domingo da Divina Misericórdia.

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Eis-nos a celebrar a Páscoa de Cristo, a Festa maior em todos os sentidos. Entra-nos pelas narinas o perfume do Paraíso e cheira a Páscoa, no jardim do sepulcro aberto. Os nossos olhos, cheios de espanto, abrem-se à surpresa da Ressurreição. Os nossos ouvidos escutam a novidade inaudita do anúncio pascal do Anjo às mulheres na manhã de Páscoa: “Não está aqui, Ressuscitou”. Podemos tocar as feridas e abraçar os pés do Ressuscitado, que nos põe a caminho, para levarmos a todos a novidade deste dia. Saboreemos, em Eucaristia, o Seu Amor por nós. Celebremos a Páscoa do Cordeiro imolado, com os pães ázimos da pureza e da verdade. Esta é a Festa Maior. Ressuscitou o Senhor.

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Esta é a noite do ano! A noite de todos os acontecimentos, a noite das grandes intervenções de Deus na nossa história. Estamos em vigília, em expectação noturna, para dar início à celebração do terceiro dia do Tríduo Pascal, o dia da Ressurreição. Começamos na escuridão, a partir da escuridão, a partir da noite do caos primordial, a partir da escuridão do pecado e da morte, para caminharmos em direção à luz da Vida, que é o Senhor Ressuscitado. Reunida na escuridão, e fora da Igreja, esta assembleia cristã, em comunhão com toda a humanidade e com toda a criação volta às suas origens. Começamos a partir da escuridão para caminharmos em direção à luz.

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Cheira a Páscoa, no Jardim das Oliveiras e no Jardim onde Jesus é sepultado. O odor da morte anuncia o aroma da vida.O primeiro dia do Tríduo Pascal é o Dia da Paixão e Morte do Senhor, que celebramos hoje de modo solene. A celebração da Paixão tem hoje um expressivo reinício, com uma Procissão em absoluto silêncio e um gesto de prostração. O Presidente não fará qualquer Saudação, depois da prostração, porque, na verdade, todas as celebrações do Tríduo Pascal são uma só: começaram ontem com a Missa Vespertina da Ceia do Senhor e só terminarão com as Vésperas na tarde do Domingo de Páscoa.  Pedimos a todos os presentes que, por favor, tanto quanto a saúde e o espaço lhes permitirem, imitem os ministros da celebração, ajoelhando-se quando eles se ajoelharem, e enquanto o Presidente se prostra. O silêncio de todos expressa a dor da Igreja-Esposa, pela perda do Seu Esposo. O espanto por um amor tão grande fecha a nossa boca no silêncio concentrado de todos os nossos sentidos. Façamos um profundo silêncio, para anunciar, invocar, adorar e comungar a Paixão e a Morte do Senhor.

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Irmãos e irmãs: Cheira a Páscoa. Há, por todo o lado, um cheiro a Páscoa, um cheiro à Páscoa dos judeus, que comemoravam e reviviam, por estes dias da Lua cheia da Primavera, a libertação do Egito, a passagem do Mar Vermelho. No contexto da Páscoa judaica, Jesus quis celebrar a sua Páscoa, a sua «passagem» deste mundo para o Pai» (Jo 16,28). Cumprindo a antiga festa, Jesus inaugura a nova Páscoa. Ele é a “nossa Páscoa, imolada” (cf. 1 Cor 5, 7). Esta é a Festa maior, em todos os sentidos, que juntos celebramos em três dias, num Tríduo Pascal. Ora, o Tríduo do Senhor Crucificado, Sepultado e Ressuscitado tem o seu pórtico introdutório nesta Eucaristia Vespertina, que nos reporta àquela mesma noite, em que Jesus, reuniu os Doze Apóstolos, para a Ceia Pascal, sinalizando e antecipando à mesa a Sua entrega, morte e Ressurreição por nós. Por isso, a celebração da Ceia do Senhor é uma verdadeira introdução à celebração pascal no seu todo, o que transparece desde logo no cântico de entrada, em que proclamamos: “Toda a nossa glória está na Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo”. Fixemos então o nosso olhar na Cruz do Senhor. E, de pé, com todos os sentidos abertos e despertos, cantemos a Cristo, nossa Páscoa imolada.

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"Abre-te. Da Quaresma à Páscoa um caminho com sentido, um caminho com sentidos. Irmãos e irmãs: com este desafio, temos vindo a percorrer o caminho da Quaresma à Páscoa, um caminho que fazemos juntos, unidos a Cristo, despertando e abrindo todos os nossos sentidos, para que se tornem recetivos, pela fé, à presença e à ação de Deus e, por sua vez, a comuniquem aos outros. Depois de termos aberto o coração no deserto, os ouvidos no Tabor, o paladar junto ao poço, a visão no caminho da luz e o tato diante do sepulcro, chegamos agora à hora da entrega total. Completamos a Chave dos sentidos com o último selo, que evidencia o sentido do olfato. Ele tem inscrito o apelo principal da Semana Santa: “Cheira a Páscoa: menos quarto, mais jardim”. Por isso, saímos de casa e estamos aqui reunidos, (em Guifões: ao ar livre), para darmos início, em união com toda a Igreja, à celebração anual do mistério pascal, da Paixão, morte e ressurreição do Senhor. Essa é a meta do caminho, que iniciámos na Quarta-Feira de Cinzas.  Foi para realizar este mistério que Jesus Cristo entrou na sua Cidade Santa de Jerusalém. Por isso, recordando com fé e devoção esta entrada triunfal de Jesus na Cidade Santa, acompanharemos o Senhor, de modo que, participando agora da sua Cruz, mereçamos um dia ter parte na sua Ressurreição. Voltemos agora o nosso olhar para a Cruz, que abre a procissão de entrada, aclamemos a Cristo, agitando os nossos ramos e entoando-Lhe cânticos de louvor. Deixemos exalar por toda a casa (em Guifões: por toda a parte) o perfume de Cristo.

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