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Lectio Divina - Ler

Lectio Divina - Ação

Lectio Divina - Meditar

Esta é uma daquelas parábolas, de que me abeiro, descalço e a tremer, com medo de tocar na tela e «estragar» a pintura, com explicações, sem propósito. Jesus consegue contar esta parábola, de forma tão viva, tão bela e comovente, que chega a parecer uma novela da vida real, se vestirmos a roupa do filho mais novo, perdido da cabeça, ou a do filho mais velho, duro de coração. Mas se, pelo contrário, nos pusermos à janela do Pai misericordioso, com vista direta para o coração de Deus, a nossa perspetiva muda completamente. Nada naquele Pai é normal: a liberdade com que entrega a herança e deixa o filho partir, a esperança que O mantém à janela de olho no filho até que regresse, a festa de arromba que manda preparar sem esperar por um pedido de perdão, a loucura daquela alegria maior que Lhe inunda o coração ao oferecer sem medida o perdão.

Francisco encontrou-se hoje com responsáveis das organizações solidárias da Igreja Católica em todo o mundo

Cidade do Vaticano, 26 fev 2016 (Ecclesia) – O Papa classificou hoje a caridade como uma atitude “mais precisa do que nunca” no mundo, numa audiência com os participantes de um congresso dedicado aos 10 anos da encíclica “Deus caritas est”.

Segundo a sala de imprensa da Santa Sé, durante o encontro no Vaticano, Francisco enalteceu o esforço que a Cáritas e outras organizações solidárias católicas têm feito no mundo no sentido de “garantir aos mais pobres uma vida mais digna e humana”.

Numa terra tão árida e seca, como a Palestina, «dar de beber a quem tem sede» chegava a ser mais importante do que «dar de comer a quem tem fome». A resistência à sede é, nos seres vivos, bem mais curta do que a de um longo tempo de fome. Por isso, esta obra de misericórdia para com os homens é também um dever sagrado para com os animais e os outros seres vivos.

A Caminhada Quaresma-Páscoa, que agora apresentamos, integra-se na pedagogia de ação pastoral que desejamos implementar na nossa Diocese e que o Plano Diocesano de Pastoral 2015/2020 nos propõe, para motivar todos os agentes de pastoral, mobilizar as comunidades cristãs e fortalecer o sentido de que somos uma só Igreja. Desejamos, assim, neste Ano Jubilar e, particularmente neste tempo da quaresma e da páscoa, “valorizar a formação sobre as obras de misericórdia, traduzidas e concretizadas, para hoje, em resposta às exigências do nosso tempo e aos desafios das novas formas de pobreza” (PDP, 2015, p.31).

Os três peregrinos, Pedro, Tiago e João, fizeram uma pausa no seu caminho, com Jesus, para Jerusalém! Estão felizes da vida, ao despertar do sono e de um sonho, que lhes enchia o coração de luz e esperança. E, num gesto de grande hospitalidade, estão prontos a armar três tendas, para dar abrigo à presença gloriosa de Jesus, de Moisés e de Elias.

Dar de comer a quem tem fome é a primeira obra de misericórdia. E até o diabo estaria disposto a amassar o pão, com o pó da pedra, para dar de comer a Jesus. Mas Jesus responde à tentação consumista, com a palavra das Escrituras: «nem só de pão vive o homem», a que se acrescenta «mas de toda a Palavra que sai da boca de Deus» (Deut.8,3; Mt.4,4b).

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