Paróquia Senhora da Hora

Liturgia &
Homilias

“Uma graça nunca vem só” dizíamo-lo, no passado domingo. E toda a moeda tem duas faces. E nós somos a outra face do rosto de Deus, porque fomos criados à sua imagem e semelhança. Seguindo a mesma lógica, a Palavra de Deus diz-nos hoje que o amor de Deus nunca vem só: ele traduz-se inseparavelmente no amor a Deus e no amor ao próximo. São estas as duas faces inseparáveis de um único mandamento do Amor! Não há qualquer hipótese de separação deste mandamento, no nosso coração e na nossa vida. Movidos pelo Amor de Deus, deixemo-nos converter ao Deus vivo e verdadeiro, o único que nos torna capazes de responder ao Seu amor, no amor ao próximo.

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Irmãos e irmãs: reunimo-nos no Dia do Senhor, para celebrar a Eucaristia e reconhecer que só Deus é o Senhor da nossa vida. Criados à sua imagem e marcados pelo seu amor, pertencemos-Lhe inteiramente. Devolver a Deus o que é de Deus significa oferecer-Lhe tudo o que somos, colocando os nossos dons ao serviço dos irmãos. Neste Domingo, celebramos o 100.º Dia Mundial das Missões. Peçamos ao Espírito Santo que faça de nós uma comunidade verdadeiramente missionária, animada pelas três graças divinas: uma fé ativa, uma esperança firme e uma caridade esforçada.

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Desta vez o convite não é para o trabalho da vinha, que é sempre trabalho de amor, trabalho de alegria. Não. Desta vez o convite é para um banquete, para uma festa das bodas do casamento do filho do Rei. Um convite que nos desafia a responder ‘eis-me aqui’ e a enchermos esta casa, com a alegria que nos vem do Senhor. Vivamos esta alegria: a alegria de sermos revestidos de Cristo, pelo Batismo; a alegria de caminharmos juntos; a alegria de celebramos juntos o banquete da Eucaristia, neste que é o Dia do Senhor. E somos todos, todos, todos, convidados para a mesa do Senhor, para a Festa da Alegria!

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Até ao lavar dos cestos é vindima e este domingo, pela terceira vez, somos convidados, através das parábolas do Reino, a trabalhar na vinha do Senhor. Pela terceira vez, somos convidados a cuidar desta vinha, à imagem de Deus, que cuida de nós, na esperança dos melhores frutos. Estamos a iniciar um novo ano pastoral. E smos chamados a cuidar uns dos outros com a ternura de um jardineiro e a paciência de um vinhateiro, como servidores, como humildes trabalhadores da vinha do Senhor.

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“Ide vós também para a minha vinha”. Este apelo insistente do Evangelho do passado domingo, repete-se agora, na ternura do Pai, que diz a cada um: “Filho, vai hoje, trabalhar na vinha”. Ele espera um sim, coerente e consequente, que se traduza em obediência filial, em serviço, em compromisso, com gestos concretos e não com palavra vazias. “De palavras estamos cheios, mas de obras vazios” (Santo António de lisboa). Porque muitas vezes dizemos sim… mas não agimos em coerência e em consequência, peçamos perdão.

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Deus perdoa sempre, o homem perdoa às vezes, mas a Natureza nunca perdoa. Este célebre ditado vem-nos à mente, de frente à Palavra de Deus, que nos fala do perdão, que recebemos de Deus e nos torna capazes de perdoar ao irmão, de todo o coração! E, neste Tempo da Criação, somos também convidados a reconhecer o pecado ecológico em tudo o que é ação ou omissão contra a Criação. Entremos nesta celebração com humildade, pedindo a Deus graça de um grande perdão, que tem volta, para caminharmos juntos, de coração limpo.

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A volta chegou. Setembro é o mês de voltar: a casa e à família, à escola e ao trabalho, à comunidade paroquial e à vida pastoral. Ao celebrarmos o domingo, o primeiro dia da semana, sentimos o apelo do encontro com o Senhor e do reencontro com os irmãos. Olhando-nos uns aos outros, aqui reunidos, podemos exclamar, como o salmista: “Ó como é bom e agradável viverem os irmãos bem unidos” (Sl 133/132,1), porque “onde dois ou três se reunirem em Meu nome — disse Jesus — Eu estarei no meio deles” (Mt 18,20). Mas, ao olharmos para o nosso lado, sentimos também a falta de quem não veio, de quem desertou, de quem desistiu ou se zangou. Somos todos chamados a sair ao encontro de cada irmão, para o atrair para Cristo, para o reconduzir à alegria da comunhão. Este podia ser então o nosso duplo propósito de setembro: voltar à comunidade e trazer de volta o irmão!

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Neste quase final de agosto, a Palavra de Deus convoca-nos a viver «ao gosto de Deus», conformados ao mistério da Cruz de Cristo. Jesus mostra-nos que não há seguimento verdadeiro sem Cruz, nem vida plena sem o dom de si mesmo até ao fim. Por isso, ao iniciarmos esta celebração, peçamos a graça de pôr Cristo à nossa frente e de caminhar atrás d’Ele, deixando que a nossa mente, o nosso coração e a nossa vida sejam formados, reformados e transformados pelo seu amor.

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O clima social e meteorológico do mês de agosto parece mais propício à evasão, à fuga e à distração, do que ao silêncio, à reflexão, à surpresa, ao estado de maravilhamento ou ao espírito de interrogação. Deixemo-nos interpelar pelas muitas perguntas e desafios, que a Palavra de Deus faz ressoar em nossos corações. E que este encontro com Cristo vivo na sua Igreja dê glória a Deus para sempre!

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Paróquia Senhora da Hora

Um fontanário para a Vida

A Paróquia da Senhora da Hora é presença eclesial no território, âmbito para a escuta da Palavra, o crescimento da vida cristã, o diálogo, o anúncio, a caridade generosa, a adoração e a celebração. Queremos ser santuário onde os sedentos vão beber para continuarem a caminhar, e centro de constante envio missionário. Qualquer hora é hora para abraçares uma comunidade cristã, que te acolhe, chama e envia em missão.

Párocos

Saiba mais sobre todos os Párocos que passaram pela a nossa paróquia.

Diáconos

Nesta comunidade, dois homens exercem o ministério ordenado de diáconos permanentes.

Núcleo moderno

Conheça o património do núcleo moderna da Paróquia Senhora da hora

Núcleo Antigo

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A Secretaria paroquial está aberta ao público, de Segunda a Sexta, das 15h00 às 19h00.

Aos sábados está aberta das 10h às 12h.

geral@paroquiasenhoradahora.pt
229 510 984 (Chamada rede fixa nacional)
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