Paróquia Senhora da Hora
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Valorizemos a nossa magnífica humanidade, sentando-nos mais à mesa: em família e com os amigos, com tempo longo para nos olharmos, conversarmos, alimentarmos a nossa comunhão familiar, fraterna e amiga. Não cedamos à pressa, ao isolamento. Não deixemos que a tábua sagrada da mesa familiar seja substituída pelo tablet eletrónico!
Como funciona o Mercado das Sete Bocas? Você cozinha e oferece um bolo, uma bola, uns salgados, uns aperitivos, umas delícias da casa… que a Paróquia põe à venda, no adro da Igreja. Oferecendo ou comprando ou as duas coisas Você está a contribuir para saldar a dívida da Paróquia e a mostrar que se sente em casa. Onde todos ajudam, nada custa.
“Magnifica humanitas”, a primeira encíclica de Leão XIV, não é, antes de tudo, um texto analítico sobre inteligência artificial, nem entra em detalhes sobre processos em constante evolução.
No próximo dia 31 de maio de 2026, o Parque da Cidade de Penafiel será palco do Dia Diocesano da Família, uma iniciativa promovida pelo Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar (SDPF) do Porto em articulação com a Câmara Municipal de Penafiel.
Com data de 24 de maio de 2026, Solenidade do Pentecostes, o Bispo do Porto convoca oficialmente através de Decreto Episcopal, toda a Diocese do Porto para um Sínodo Diocese.
Programa para a Oração do Rosário - Maio 2026
Estamos a celebrar o X Domingo do Tempo Comum, passadas já as duas grandes Solenidades! A Liturgia de hoje permite-nos retomar os fios e recapitular os desafios das Solenidades da Santíssima Trindade e do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo: cuidar da nossa magnífica humanidade e das nossas relações humanas, sentando-nos à mesa, e dar vigor e vitalidade à nossa comunhão, sentando-nos à mesa da Palavra e da Eucaristia. Deixemos que o olhar misericordioso de Jesus pouse e repouse sobre nós, para que nos toque e transforme o coração, para que nos levante do chão, nos sente à mesa e nos torne participantes do banquete do Reino.
Belo é este dia de quinta-feira, em que celebramos a Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo. Nesta quinta-feira do «Corpo de Deus» recordamos, em espírito festivo, aquela outra Quinta-Feira Santa, em que Jesus, na noite em que ia ser entregue, tomou o pão e o vinho e, por meio destes dons, prometeu ser e estar presente connosco até ao fim dos tempos. Hoje somos desafiados a celebrar a Eucaristia, como mesa e alimento que nos forma à imagem do Corpo de Cristo e transforma, conformando-nos a Ele. Que a partilha do mesmo Pão nos forme como membros do único Corpo de Cristo e nos dê o fermento da renovação de todas as coisas em Cristo.
No sinal da Cruz, e na Saudação que agora mesmo vos dirigi, invocámos juntos a Santíssima Trindade: o amor fiel e misericordioso de Deus nosso Pai, a graça libertadora de Nosso Senhor Jesus Cristo Seu Filho e a Comunhão do Espírito Santo, que dá Vida. Depois do Pentecostes, a Igreja celebra, neste Domingo do Tempo Comum, a Solenidade da Santíssima Trindade. Não se trata de um enigma, nem de uma fórmula matemática ou de um quebra-cabeças. Trata-se do mistério de Deus, que é Amor, que é eterna relação de doação, de entrega, de comunhão entre as três pessoas. Hoje desafio-vos a contemplarmos a nossa Magnífica Humanidade à luz da Magnifica Trindade.
Completámos os 50 dias de Páscoa. Chega hoje à sua plenitude o tempo de Páscoa, com a Solenidade do Pentecostes. De facto, o Dom por excelência da Páscoa do Senhor é o Espírito Santo. O Espírito Santo é o Amor de Deus em Pessoa, é a Pessoa divina do Amor, que une o Pai e o Filho e Se faz Dom em nós e para nós! O Espírito Santo é o Amor do Pai e do Filho, que transborda do mais íntimo do coração de Deus e é comunicado e derramado no mundo, na Igreja, no coração de cada pessoa.
Da Páscoa à Ascensão quarenta dias vão. E hoje, em vez de lágrimas na partida e na despedida de Jesus, fazemos Festa. Porque Ele parte para ficar e nós ficamos para partir. Na verdade, a Ascensão não é uma despedida de solteiro, nem uma fuga para o alto. Não é a hora de Jesus Se despedir de nós. É a hora de Ele nos expedir a nós, em missão. Agora é a nossa vez. Nestes dias, entre a Ascensão e o Pentecostes, não estamos órfãos, porque o Espírito Santo nos assiste e porque Maria está connosco, como esteve com a Igreja nascente. Em pleno Dia Mundial das Comunicações Sociais, peçamos perdão, pelas vezes, em que não demos rosto nem voz às razões da nossa esperança. Invoquemos a misericórdia do Senhor.
Vai longa a Páscoa do Senhor. Há mais de um mês. E este é já o sexto domingo destes cinquenta dias, em honra de Cristo Ressuscitado, que são como que um só Domingo.Jesus prepara-Se para partir para junto do Pai. Mas não nos deixa órfãos, nem sozinhos. Deus Pai enviou-nos o Seu Filho e agora o Pai e o Filho enviam-nos o Espírito Santo, derramado em nossos corações, para sermos habitados pelo hóspede divino. Não somos, nem estamos órfãos, também por outra razão: porque temos Mãe! Não somos órfãos porque temos Maria, a Mãe de Jesus, que nos foi dada por Ele como Mãe. Eis-nos, pois, no regaço do seu abraço. Que Ela nos ajude a sermos cada vez mais dóceis ao Espírito Santo Paráclito, nosso Advogado e Consolador.
A nossa missão
Palavras que nos guiam


















