Paróquia Senhora da Hora
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Nesta semana, cada um pode assumir três desafios concretos: rezar com fé, falando com Jesus com verdade; esperar com firmeza, sem desistir de uma pessoa ou de uma boa tarefa; e amar com obras, fazendo um gesto de serviço sem esperar aplauso ou recompensa. Assim, o Evangelho será anunciado não apenas pelas nossas palavras, mas pelas obras, com a ação do Espírito Santo.
A Catequese paroquial da Infância e Adolescência vai começar. O Ano Pastoral 2026-2027 será marcado pela visita pastoral interparoquial de 17 a 29 de novembro de 2026 e pela primeira fase do Sínodo Diocesano. Os catequizandos da infância receberão uma pulseira com este desafio: “Faz pul(s)ar a tua fé”.
Para formar, reformar e transformar a diocese do Porto, o Sínodo Diocesano avança com um logotipo de comunhão, escuta e corresponsabilidade onde pontificam a rede e a cruz. A criatividade tem a qualidade de João Lopes Cardoso.
Paróquia da Senhora da Hora promove inscrições na Catequese até 31 de julho, para todas as idades. Atenção especial aos pais, para inscrição das crianças do 1.º ano, nascida em 2020. Dos que já frequentam a Catequese, presume-se a renovação da inscrição, se não for dito nada em contrário. A catequese de 2026-2027 deverá começar a 10 e 11 de outubro.
Padre Amaro Gonçalo nomeado Secretário Geral do Sínodo Diocesano. Ana Isabel Martins Teixeira, colaboradora da Paróquia da Senhora da Hora, nomeada Secretária Adjunta. Um desafio, com marcas das nossas comunidades. Deus nos seja favorável, para bem da Igreja do Porto.
Através de uma Carta Pastoral, o bispo do Porto, D. Manuel Linda e seus bispos auxiliares, D. Vitorino Soares, D. Joaquim Dionísio e D. Roberto Mariz, apresentam uma mensagem sobre o Sínodo Diocesano que já está a decorrer entre 2026 e 2028. O início oficial foi no passado dia 24 de maio na Solenidade de Pentecostes.
Foto Voz Portucalense.
Irmãos e irmãs: reunimo-nos no Dia do Senhor, para celebrar a Eucaristia e reconhecer que só Deus é o Senhor da nossa vida. Criados à sua imagem e marcados pelo seu amor, pertencemos-Lhe inteiramente. Devolver a Deus o que é de Deus significa oferecer-Lhe tudo o que somos, colocando os nossos dons ao serviço dos irmãos. Neste Domingo, celebramos o 100.º Dia Mundial das Missões. Peçamos ao Espírito Santo que faça de nós uma comunidade verdadeiramente missionária, animada pelas três graças divinas: uma fé ativa, uma esperança firme e uma caridade esforçada.
Desta vez o convite não é para o trabalho da vinha, que é sempre trabalho de amor, trabalho de alegria. Não. Desta vez o convite é para um banquete, para uma festa das bodas do casamento do filho do Rei. Um convite que nos desafia a responder ‘eis-me aqui’ e a enchermos esta casa, com a alegria que nos vem do Senhor. Vivamos esta alegria: a alegria de sermos revestidos de Cristo, pelo Batismo; a alegria de caminharmos juntos; a alegria de celebramos juntos o banquete da Eucaristia, neste que é o Dia do Senhor. E somos todos, todos, todos, convidados para a mesa do Senhor, para a Festa da Alegria!
Até ao lavar dos cestos é vindima e este domingo, pela terceira vez, somos convidados, através das parábolas do Reino, a trabalhar na vinha do Senhor. Pela terceira vez, somos convidados a cuidar desta vinha, à imagem de Deus, que cuida de nós, na esperança dos melhores frutos. Estamos a iniciar um novo ano pastoral. E smos chamados a cuidar uns dos outros com a ternura de um jardineiro e a paciência de um vinhateiro, como servidores, como humildes trabalhadores da vinha do Senhor.
“Ide vós também para a minha vinha”. Este apelo insistente do Evangelho do passado domingo, repete-se agora, na ternura do Pai, que diz a cada um: “Filho, vai hoje, trabalhar na vinha”. Ele espera um sim, coerente e consequente, que se traduza em obediência filial, em serviço, em compromisso, com gestos concretos e não com palavra vazias. “De palavras estamos cheios, mas de obras vazios” (Santo António de lisboa). Porque muitas vezes dizemos sim… mas não agimos em coerência e em consequência, peçamos perdão.
Deus perdoa sempre, o homem perdoa às vezes, mas a Natureza nunca perdoa. Este célebre ditado vem-nos à mente, de frente à Palavra de Deus, que nos fala do perdão, que recebemos de Deus e nos torna capazes de perdoar ao irmão, de todo o coração! E, neste Tempo da Criação, somos também convidados a reconhecer o pecado ecológico em tudo o que é ação ou omissão contra a Criação. Entremos nesta celebração com humildade, pedindo a Deus graça de um grande perdão, que tem volta, para caminharmos juntos, de coração limpo.
A volta chegou. Setembro é o mês de voltar: a casa e à família, à escola e ao trabalho, à comunidade paroquial e à vida pastoral. Ao celebrarmos o domingo, o primeiro dia da semana, sentimos o apelo do encontro com o Senhor e do reencontro com os irmãos. Olhando-nos uns aos outros, aqui reunidos, podemos exclamar, como o salmista: “Ó como é bom e agradável viverem os irmãos bem unidos” (Sl 133/132,1), porque “onde dois ou três se reunirem em Meu nome — disse Jesus — Eu estarei no meio deles” (Mt 18,20). Mas, ao olharmos para o nosso lado, sentimos também a falta de quem não veio, de quem desertou, de quem desistiu ou se zangou. Somos todos chamados a sair ao encontro de cada irmão, para o atrair para Cristo, para o reconduzir à alegria da comunhão. Este podia ser então o nosso duplo propósito de setembro: voltar à comunidade e trazer de volta o irmão!
A nossa missão
Palavras que nos guiam



















