Paróquia Senhora da Hora
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Pároco participa na 3.ª edição do "Renovar" na Arquidiocese de Braga, testemunhando a importância do acolhimento pastoral. Pode consultar nesta página o teor da comunicação. Servir e acolher a todos é o tema da reflexão. Insistiremos sobretudo no Acolhimento como serviço de primeira necessidade.
A Equipa de Apoio à Coordenação Diocesana da Pastoral apresenta a Caminhada Diocesana do Advento ao Batismo do Senhor 2026-2027. Trata-se de uma proposta pastoral que convida as pessoas e comunidades eclesiais da Diocese do Porto a viver este tempo litúrgico como um verdadeiro itinerário de formação e conformação a Cristo, em sintonia com o caminho do Sínodo Diocesano e, de modo particular, com o primeiro eixo «formar».
Esta semana deixo-vos dois desafios: agradecei a Deus pela vossa casa e rezai em casa por uma família que não tenha um lar seguro. Depois, abri a porta do coração: acolhei quem está sozinho, partilhai com quem precisa e oferecei afeto, atenção e ajuda. Lembrai-vos: amar a Deus é abrir a porta ao próximo!
Já está disponível o Plano Pastoral Paroquial 2026-2027 da Paróquia de Nossa Senhora da Hora. Mais do que um calendário de atividades, este documento oferece um retrato vivo da nossa comunidade: apresenta os seus grupos, movimentos, ministérios e serviços, as principais iniciativas e os desafios que queremos assumir neste ano pastoral.
Nesta semana, cada um pode assumir três desafios concretos: rezar com fé, falando com Jesus com verdade; esperar com firmeza, sem desistir de uma pessoa ou de uma boa tarefa; e amar com obras, fazendo um gesto de serviço sem esperar aplauso ou recompensa. Assim, o Evangelho será anunciado não apenas pelas nossas palavras, mas pelas obras, com a ação do Espírito Santo.
A Catequese paroquial da Infância e Adolescência vai começar. O Ano Pastoral 2026-2027 será marcado pela visita pastoral interparoquial de 17 a 29 de novembro de 2026 e pela primeira fase do Sínodo Diocesano. Os catequizandos da infância receberão uma pulseira com este desafio: “Faz pul(s)ar a tua fé”.
“Uma graça nunca vem só” dizíamo-lo, no passado domingo. E toda a moeda tem duas faces. E nós somos a outra face do rosto de Deus, porque fomos criados à sua imagem e semelhança. Seguindo a mesma lógica, a Palavra de Deus diz-nos hoje que o amor de Deus nunca vem só: ele traduz-se inseparavelmente no amor a Deus e no amor ao próximo. São estas as duas faces inseparáveis de um único mandamento do Amor! Não há qualquer hipótese de separação deste mandamento, no nosso coração e na nossa vida. Movidos pelo Amor de Deus, deixemo-nos converter ao Deus vivo e verdadeiro, o único que nos torna capazes de responder ao Seu amor, no amor ao próximo.
Irmãos e irmãs: reunimo-nos no Dia do Senhor, para celebrar a Eucaristia e reconhecer que só Deus é o Senhor da nossa vida. Criados à sua imagem e marcados pelo seu amor, pertencemos-Lhe inteiramente. Devolver a Deus o que é de Deus significa oferecer-Lhe tudo o que somos, colocando os nossos dons ao serviço dos irmãos. Neste Domingo, celebramos o 100.º Dia Mundial das Missões. Peçamos ao Espírito Santo que faça de nós uma comunidade verdadeiramente missionária, animada pelas três graças divinas: uma fé ativa, uma esperança firme e uma caridade esforçada.
Desta vez o convite não é para o trabalho da vinha, que é sempre trabalho de amor, trabalho de alegria. Não. Desta vez o convite é para um banquete, para uma festa das bodas do casamento do filho do Rei. Um convite que nos desafia a responder ‘eis-me aqui’ e a enchermos esta casa, com a alegria que nos vem do Senhor. Vivamos esta alegria: a alegria de sermos revestidos de Cristo, pelo Batismo; a alegria de caminharmos juntos; a alegria de celebramos juntos o banquete da Eucaristia, neste que é o Dia do Senhor. E somos todos, todos, todos, convidados para a mesa do Senhor, para a Festa da Alegria!
Até ao lavar dos cestos é vindima e este domingo, pela terceira vez, somos convidados, através das parábolas do Reino, a trabalhar na vinha do Senhor. Pela terceira vez, somos convidados a cuidar desta vinha, à imagem de Deus, que cuida de nós, na esperança dos melhores frutos. Estamos a iniciar um novo ano pastoral. E smos chamados a cuidar uns dos outros com a ternura de um jardineiro e a paciência de um vinhateiro, como servidores, como humildes trabalhadores da vinha do Senhor.
“Ide vós também para a minha vinha”. Este apelo insistente do Evangelho do passado domingo, repete-se agora, na ternura do Pai, que diz a cada um: “Filho, vai hoje, trabalhar na vinha”. Ele espera um sim, coerente e consequente, que se traduza em obediência filial, em serviço, em compromisso, com gestos concretos e não com palavra vazias. “De palavras estamos cheios, mas de obras vazios” (Santo António de lisboa). Porque muitas vezes dizemos sim… mas não agimos em coerência e em consequência, peçamos perdão.
Deus perdoa sempre, o homem perdoa às vezes, mas a Natureza nunca perdoa. Este célebre ditado vem-nos à mente, de frente à Palavra de Deus, que nos fala do perdão, que recebemos de Deus e nos torna capazes de perdoar ao irmão, de todo o coração! E, neste Tempo da Criação, somos também convidados a reconhecer o pecado ecológico em tudo o que é ação ou omissão contra a Criação. Entremos nesta celebração com humildade, pedindo a Deus graça de um grande perdão, que tem volta, para caminharmos juntos, de coração limpo.
A nossa missão
Palavras que nos guiam



















