A bênção da mesa recorde-nos

que a nossa vida depende de Deus;

esta bênção fortaleça o nosso sentido

de gratidão pelos dons da Criação;

por esta bênção, dêmos graças a Deus

por aqueles que, com o seu trabalho,

fornecem os bens.

Esta bênção, com que pedimos o que é dom,

reforce em nós a alegria de dar

e a solidariedade com os mais necessitados

(cf. Laudato Si’, n.º 227).

Um lugar deserto, para rezar. O pão partido e repartido à mesa da abundância. Uma comunidade reunida e saciada, com a Palavra e a presença do Senhor. O Evangelho deste domingo recorda-nos os gestos fundamentais de Jesus, que tomou o pão, deu graças, partiu-o e deixou-o distribuir pela multidão! Deixemos os ruídos que nos dispersam e procuremos um lugar para Jesus nos falar e ficar à nossa mesa. A Palavra de Deus interpela-nos e ensina-nos que nós devemos matar a fome dos outros, mas só Deus nos pode saciar o coração.

Agosto é um mês especial.

E este ano, com a pandemia ainda em campo,

procuramos manter o essencial dos nossos serviços,

tendo em conta a disponibilidade mais reduzida

de boa parte dos servidores da comunidade

e a atenção às necessidades concretas dos fiéis.

Qualquer dúvida não hesite em contactar-nos,

pois atenderemos sempre e logo que possível.

Clique aqui para obter contactos.

Veja aqui algumas informações

sobre a inscrição no 1.º ano de catequese com crianças

e a renovação de inscrição nos anos seguintes

para a catequese com crianças e adolescentes.

Consulte e descarregue os ficheiros em anexo,

para a Catequese com todos, em todas as idades.

A Catequese com Crianças e Adolescente em 2020/2021

começará, tanto quanto possível,

a 10 de outubro (às 10h00, para o 1.º ano);

a 10 de outubro, de tarde para os restantes anos nos respetivos horários

e a 11 de outubro (às 10h00), para os grupos com catequese ao domingo.

Este é um domingo para sonhar e invocar a sabedoria, para pedir a Deus um coração inteligente, capaz de escutar, discernir e decidir com justiça. A sabedoria é a arte de se orientar bem na vida, a arte de quem governa a própria vida segundo o desígnio de Deus. Esta Sabedoria encarnou em Jesus Cristo e revela-Se nas suas parábolas. Elas desafiam-nos à sabedoria de deixar tudo com alegria, por aquilo que valha mesmo a pena: o tesouro escondido e a pérola preciosa do reino dos Céus. E, neste dia 26 de julho, como não recordar os nossos avós, verdadeira reserva de sabedoria? Eles são as nossas raízes, a nossa memória, o nosso tesouro e o nosso futuro. Dêmos graças a Deus pelos nossos avós e rezemos por eles.   

O tempo do verão e das férias permite-nos saborear a beleza e a riqueza da Criação. À beira-mar ou no alto da montanha, à sombra de uma árvore ou de sol a sol por entre as searas, os céus e a Terra proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das Suas mãos. Somos desafiados a abrir o livro da Natureza, com as mãos de um jardineiro e o coração de um poeta. A Natureza está cheia de palavras de amor, mas a pressa e o ruído, as ocupações e preocupações impedem-nos muitas vezes de as ouvir e compreender. Procuremos, desde já, desimpedir do terreno do nosso coração tudo o que impeça de deixar frutificar a boa semente da Palavra de Deus.

Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos e Eu vos aliviarei”! Viemos até Ele, em resposta ao Seu convite! Sob o peso da nossa fragilidade, mas também na leveza da graça, que nos salva. Na alegria deste encontro com o Senhor, à volta da Sua mesa, confiemo-nos, desde já, à Sua misericórdia, para encontrarmos n’Ele a mansidão do coração, o refúgio sereno e a paz verdadeira.

A família tem que ser protegida.

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