"O Presépio é como um Evangelho vivo

que transvaza das páginas da Sagrada Escritura.

Ao mesmo tempo que contemplamos a representação do Natal,

somos convidados a colocar-nos espiritualmente a caminho,

atraídos pela humildade d’Aquele

que Se fez homem a fim de Se encontrar com todo o homem,

e a descobrirmos que nos ama tanto,

que Se uniu a nós para podermos,

também nós, unir-nos a Ele."

Intenção

O FUTURO DOS MAIS JOVENS (Universal)

Para que cada país tome as medidas necessárias para fazer do futuro dos mais jovens uma prioridade, sobretudo daqueles que estão a sofrer.

Reflexão

Neste mês de dezembro, o Papa Francisco tem como intenção a promoção do futuro dos mais jovens. No mês do Natal, em que celebramos o nascimento de Jesus, o ambiente em que nos movemos abre-nos ao futuro e à esperança. Cada ser humano, na sua dignidade de filho de Deus, tem direito a condições dignas para crescer, construir o seu projeto de vida, contribuir para uma sociedade mais justa. O futuro da humanidade está nas mãos das novas gerações e é a elas que devem ser proporcionados os meios para que desempenhem a sua função no mundo e na sociedade, através da educação, cuidados de saúde, promoção de condições dignas de trabalho, que possibilitem a estabilidade das suas famílias. É urgente que as instâncias políticas e económicas assegurem o futuro, através de medidas que privilegiem os mais jovens. Neste mês, somos convidados a rezar por aqueles que têm a capacidade e a responsabilidade de assegurar o futuro, abrindo aos jovens caminhos que não sejam constituídos por obstáculos. Os jovens, hoje, sofrem por causa da falta de sentido, da precariedade económica, do desânimo diante do futuro, pois assistem, muitas vezes impotentes, à manutenção cega de sistemas que põem os interesses do presente à frente das necessidades e desafios do futuro. Para isso, é importante que os jovens também se sintam implicados nas decisões que tocam o seu futuro. Neste sentido, requer-se um exercício exigente de motivação e participação, ajudando os jovens a sair de uma certa apatia que caracteriza a cultura de hoje e os faça protagonistas da História. Este exercício começa em casa, nas comunidades paroquiais, nas escolas... Como educadores, que acompanhamos os jovens no seu crescimento humano e espiritual, que estamos a fazer para os motivar a tomar nas mãos a responsabilidade do seu futuro?

Oração

Pai de Bondade, o Natal do teu Filho Jesus abre ao mundo um tempo novo, tempo de esperança e de paz. Nós Te pedimos pelos jovens, especialmente os que vivem desanimados nas suas dificuldades e sofrimentos, que não encontram entusiasmo no futuro, nem o apoio que necessitam para terem uma vida digna. Ajuda-nos a apostar no futuro, abraçando com amor os jovens de hoje, para que possam transformar o mundo que criaste num espaço de vida e fraternidade entre todos. Pai Nosso...

Desafios

- Promover, na própria comunidade, um tempo de reflexão sobre os desafios que hoje os jovens enfrentam diante do futuro, a nível social, económico, de educação, etc. - Implicar os jovens nas decisões que afetam as suas vidas, a começar em casa, nas comunidades paroquiais, na organização da vida social e política. Que espaços de participação podem ser criados e como os tornar efetivos? - Promover um tempo de oração, organizado pelos jovens, em que eles mesmos sensibilizem a comunidade para os apoiar nas suas dificuldades e motivar nos seus desejos de um futuro melhor.

Jesus nasceu para potenciar os nossos (re)nascimentos.

Esta celebração do perdão é, para todos,

uma espécie de “segundo batismo”,

pois através deste Sacramento da Penitência,

o Senhor quer lavar-nos dos nossos pecados,

para nos resgatar de toda a iniquidade

e preparar para Si mesmo um povo purificado

e preparado para a Sua vinda:

para a Sua vinda misteriosa no presente

e para a Sua vinda gloriosa no final dos tempos.

Em anexo, a celebração penitencial.

Nesta Solenidade da Imaculada Conceição podemos contemplar como Deus prepara e encontra em Maria uma digna morada para o Seu Filho. Como Maria, somos chamados a abrir a nossa casa, o nosso coração, para que Deus nos venha habitar. Porque somos humanos e nascemos pecadores, no dia do nosso Batismo foi feita uma oração, pedindo ao Senhor que, pela Sua graça, o mal não tivesse em nós a última palavra. Fomos ungidos com o óleo da fortaleza, para sairmos vitoriosos desta nossa luta quotidiana contra o mal. Pelo Batismo tornamo-nos templos do Espírito Santo, somos habitados por Deus.

E aí está o Advento, com todas as portas abertas

para preparar o parto do Homem novo,

para nascermos todos de novo, neste Natal.

A primeira semana traz-nos o desafio

do acolhimento, em casa e na Igreja,

como em todo o lado, dando espaço

a quem chega e precisa de abrigo.

Em anexo a agenda pastoral para os tempos

do Advento e Natal, de 30 de novembro a 5 de janeiro.

Procuremos entrar nesta dinâmica que liga o Natal

ao Batismo, pela ideia comum do "nascer de novo".

Iniciamos o nosso caminho de preparação para o Natal, a festa do nascimento do nosso Salvador. Fazemo-lo, cada ano, não apenas para fazermemória viva daSua primeira vinda, mas porque caminhamos na expectativa da última vinda do Senhor. E hoje e sempre esperamos a Sua vinda ao nosso coração, à nossa vida, à nossa comunidade, ao nosso mundo. O ambiente que se respira lá fora anuncia e até antecipa os sinais festivos do Natal, que está à porta. Os nossos olhos fixam-se, cada vez mais, no Presépio de Belém, do qual podemos dizer: “Todos aqui nascemos” como filhos de Deus! O Natal é a festa em que realmente somos desafiados a nascer de novo, deixando que Ele nasça em nós e nos faça renascer. Assim, entre o Natal de Jesus e o Batismo cristão há realmente uma afinidade de raiz: ambos celebram o nascimento pelo qual todos somos dados à luz como filhos de Deus.

Este é o dia do Senhor e o senhor dos dias! Neste domingo, mais uma vez, proclamamos, na Palavra e na Fração do Pão, que Cristo é o Senhor da nossa vida. “Dêmos graças a Deus Pai, que nos fez dignos de tomar parte na herança dos santos, na luz divina. Ele nos libertou do poder das trevas e nos transferiu para o reino do seu Filho muito amado, no qual temos a redenção, o perdão dos pecados”.

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