Cristo vive. E quer-te vivo. Contempla Jesus feliz, transbordante de júbilo. Ele é o Eterno Vivente. Em Cristo, morto e ressuscitado, abriu-se para ti o porto da misericórdia e da paz. Ele é a âncora da tua esperança. O teu porto seguro. A vida em abundância. Por isso, unido a todos os redimidos, aclama o Senhor, repetindo o refrão do cântico de entrada, ao som do toque festivo e pascal das campainhas, que te despertam hoje para a feliz notícia do dia: Não está no sepulcro! Ressuscitou!

Esta é a noite do ano! A noite de todos os acontecimentos, a noite das grandes intervenções de Deus na nossa história. Estamos em vigília, em expectação noturna, para dar início à celebração do terceiro dia do Tríduo Pascal, o dia da Ressurreição. Na mais solene das vigílias, vamos proclamar a Ressurreição de Jesus, o acontecimento por excelência das grandes maravilhas de Deus operadas em nosso favor, a realização plena, em Jesus, do prometido sinal de Jonas: “Assim como Jonas esteve no ventre do monstro marinho três dias e três noites, assim o Filho do homem estará no ventre da terra, três dias e três noites” (Mt 12,40; cf. Lc 11,29-32). Quatro grandes liturgias darão corpo à nossa celebração: a Liturgia da Luz, a Liturgia da Palavra, a Liturgia Batismal, e, como coroamento, a Liturgia Eucarística! Porque é de noite, começamos por acender a Luz. A Luz é a primeira obra da Criação. O Presidente desta celebração irá proceder à bênção do fogo, com o qual acenderá o grande círio pascal. A partir desse círio iremos acender as nossas velas. E só depois entraremos pela porta da alegria.

Visita Pascal | Domingo de Páscoa | 10h00-13h00

 

A Visita Pascal  como anúncio festivo da Ressurreição do Senhor,

está fortemente arreigada na tradição cristã.

Por isso, deve enquadrar-se nas preocupações evangelizadoras,

procurando que seja devidamente preparada

e decorra com a dignidade e o prestígio

que convém a uma atividade eclesial tão rica de sentido.

Sinalize, com flores, ou coloque-se à entrada de sua casa,

do seu prédio, bairro ou urbanização, para acolher

uma das mais de 30 equipas da Visita Pascal.

Vigília Pascal | Sábado, 21h30

Dia de Páscoa | Domingo, 19h00

 

Ao terceiro dia, o terceiro anúncio:

"Cristo vive. Ele vive e quer-te vivo.

Alegra-te com o teu Amigo que triunfou.

Mataram o Santo, o Justo, o Inocente, mas Ele venceu.

Também na tua vida, o mal não terá a última palavra,

porque o teu Amigo, que te ama, quer triunfar em ti.

O teu Salvador vive".

(Papa Francisco, Christus vivit, n.ºs 1 e 126).

 

Sexta-Feira Santa | 15h00

Este é o dia para celebrar a Paixão e Morte do Senhor.

 

O segundo anúncio que te queremos fazer é este:

"Por amor, Cristo entregou-Se até ao fim para te salvar.

Fixa os braços abertos de Cristo crucificado,

deixa-te salvar sempre de novo.

(Papa Francisco, Christus vivit, n.ºs 118.119.123).

 

Quinta-Feira Santa | 21h30

Este é o dia do lava-pés, do mandamento novo,

da instituição do Sacerdócio e da Eucaristia:

"Ele que amara os seus que estavam no mundo,

amou-os até ao fim" (Jo 13,1).

 

A verdade fundamental que podemos reter deste dia é esta:

"«Deus ama-te». Se já o escutaste, não importa, eu quero recordar-to:

Deus ama-te. Nunca o duvides, suceda o que te sucerder na vida."

(Papa Francisco, Christus vivit, n.º 112).

Jesus rompe a espiral da violência, mostrando que a Cruz é para levar às costas e não para brandir como uma espada: “Mete a tua espada na bainha” (Jo 18,11), como quem te exorta: Aprende de Mim, que sou manso e humilde de coração (cf. Mt 11,29).Olha que “mais vale padecer por fazer o bem do que por fazer o mal” (1 Pe 3,17). Se queremos alcançar em alcançar em Cristo, morto e ressuscitado, o porto da paz, convertamo-nos hoje mesmo do nosso mau caminho e de toda a violência que há ainda nas nossas mãos (cf. Jn 3,8).

De cais em cais, atracámos, por três dias, junto ao porto da misericórdia e da paz, que se abre, desde já e para todos nós, em Cristo entregue, morto e ressuscitado por nós. Aqui chegados, desta longa viagem de 40 dias, é o próprio Senhor, o Homem do leme, que nos recebe: Ele lava-nos os pés; Ele chama-nos amigos; Ele põe-nos à Sua mesa; Ele confia-nos a memória viva de todos os Seus gestos de amor.

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