Caminhada Diocesana de Advento - Natal 2017/2018
Destaque

Em sintonia com o lema do nosso Plano Diocesano de Pastoral 2017/2018,

Movidos pelo amor de Deus”,

propomos uma caminhada que seja isso mesmo:

um movimento de saída, rumo ao Presépio de Belém,

onde, na simplicidade de uma casa da periferia, 

entre uma mãe e um pai, cheios de fé e de amor,

brilha a Estrela Maior, Jesus Cristo,

o verdadeiro Sol Nascente, “cujos raios dão a vida

(Papa Francisco, Lumen Fidei, n.º 1).

E essa Estrela que brilha no amor move-nos na edificação de uma família e de uma comunidade, que brilha, no dizer do Papa Francisco, quando “quando é missionária, acolhedora, livre, fiel, pobre de meios e rica no amor”.

 

Esta foi, aliás, uma das citações que Dom António Francisco respigou do nosso Plano Diocesano de Pastoral 2017/2018 (pp. 6 e 45)na sua homilia programática, em Fátima, depois de sugerir “a Igreja como Casa de Família”, a partir de um excerto da Carta Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa (Para o rosto missionário da Igreja em Portugal, 2010, n.º 8).

 

Inspirados neste seu testamento pastoral, desenhado nas belas imagens da casa de família e do rosto da Igreja que brilha, pensamos toda esta caminhada diocesana. É nossa ideia e propósito fundamental fazer brilhar a Estrela do Amor na Igreja (a grande família), na família (Igreja doméstica), e nas comunidades cristãs, chamadas a crescer como família de famílias

 

Propomos que desde o início do Advento, no Presépio, se erga bem alto e em lugar bem visível a Estrela, que pode ter seis cantos, tal como a Estrela de David, onde podemos inscrever, semana a semana, uma das características do rosto belo e jovem da Igreja e da família.

 

Para nos pormos realmente em movimento, “movidos pelo amor de Deus”, somos desafiados a “trocar o sofá por um par de sapatilhas” (cf. Papa Francisco, Discurso aos jovens, 30.7.2016). Por isso, se a Estrela é o nosso símbolo fixo, o grande símbolo “em movimento” desta caminhada são os “sapatos”, como ícone do espaço onde se põem as prendinhas de Natal.

 

O percurso pode ser desenhado previamente com seis pares de pegadas no corredor central da Igreja em direção ao presépio, ou dentro do próprio presépio, nas devidas proporções. Em cada semana, os sapatos sobre as pegadas sinalizam a etapa do caminho. Passo a passo, vão ficando para trás apenas as “pegadas”, onde estão inscritas a “marca” do sapatinho usado em cada semana: fiel, acolhedora, livre, pobre de meios, rica no amor e missionária.

 

Sugere-se que, dentro desta ideia do sapatinho, como ícone da prenda de Natal, seja criado um “pé-de-meia” (em casa e na Igreja) onde, semana a semana, em família e em comunidade, se partilhem os bens necessários, a repartir por cada família com outra família / ou pela Paróquia em relação às famílias mais pobres da comunidade. Essa distribuição seria feita na semana mais próxima do Natal (antes ou depois).

 

A proposta diocesana prevê ainda uma oração para acompanhar cada passo (pegada) da caminhada, que pode ser simultâneo ao do rito da luz, em torno da coroa de advento. Para cada semana são apresentadas propostas pastorais concretas, a adaptar e a enriquecer segundo os limites, possibilidades e criatividade de cada comunidade.

 

No site da diocese são disponibilizados em formato word o texto da caminhada e em formato pdf a brochura, bem como alguns desenhos, para uso e aplicações diversas.

 

Assim, o mesmo Amor “que move o Sol e as Estrelas” (Dante, Divina Comédia), nos moverá também a nós, na realização do sonho que nos foi confiado pelo nosso Bispo e consignado no Plano Pastoral: uma casa, uma família, uma comunidade, uma Igreja, que brilha, quando é “missionária, quando é missionária, acolhedora, livre, fiel, pobre de meios e rica no amor”.

 

Para ver imagens e recursos gráficos clique aqui.

 

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