Este é o último domingo do ano litúrgico. E, no final de um ano litúrgico, os nossos olhos estão postos no fim, «quando Cristo entregar o Reino a Deus, seu Pai». Somos confrontados por esta escolha: viver para ter na Terra… ou dar para ganhar o Céu. 

 

Queremos dar uma prenda ao Menino Jesus,

que seja mesmo do seu agrado?

Ele diz-nos a prenda que espera:

«estava nu e vestiste-me» (Mt 25,36).

Assim vai a nossa campanha

com as crianças do 3.º ano.

 

Igreja Mãe e Igreja Esposa. Para isso, deverá começar por ser Igreja Mulher, de género e de génio feminino, à imagem da Mulher forte que o livro dos Provérbios nos retrata, com os traços de uma diligência atenta e pronta para o serviço e no seu amor concreto aos mais pobres. 

«Aí vem o Esposo; ide ao seu encontro»! Se há oito dias meditávamos na Igreja como Mãe, hoje somos desafiados a contemplá-la como Esposa de Cristo. 

«Aí vem o Esposo; ide ao seu encontro»! Se há oito dias meditávamos na Igreja como Mãe, hoje somos desafiados a contemplá-la como Esposa de Cristo. 

Este mês, em O Vídeo do Papa, realizado pela Rede Mundial de Oração do Papa, Francisco pede aos cristãos asiáticos para favorecerem o diálogo e a paz, destacando a importância de impulsionar a convivência e a compreensão mútua entre os cristãos da Ásia e os fiéis de outras religiões. “Neste continente onde a Igreja é uma minoria, o desafio é apaixonante”, afirma.

O seu pedido tem especial relevância num continente com mais de 141 milhões de católicos, nos seus 48 países, mas onde ainda há regiões em que viver publicamente o catolicismo pode supor riscos e perseguições.

Movidos pelo amor de Deus, somos chamados a edificar uma Igreja de rosto materno, “como a mãe que acalenta os filhos que anda a criar” e os educa pela força do seu exemplo de uma vida dada até ao fim. Reunidos pela Igreja-Mãe, revivemos a nossa consciência e a nossa experiência de filhos de Deus, à volta da mesa da Eucaristia. 

Em sintonia com o lema do nosso Plano Diocesano de Pastoral 2017/2018,

Movidos pelo amor de Deus”,

propomos uma caminhada que seja isso mesmo:

um movimento de saída, rumo ao Presépio de Belém,

onde, na simplicidade de uma casa da periferia, 

entre uma mãe e um pai, cheios de fé e de amor,

brilha a Estrela Maior, Jesus Cristo,

o verdadeiro Sol Nascente, “cujos raios dão a vida

(Papa Francisco, Lumen Fidei, n.º 1).

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