E continuamos, pelo segundo dia, a professar, a celebrar e a testemunhar a nossa esperança na Ressurreição. E fazemo-lo nesta comemoração de Fiéis Defuntos, em plena Eucaristia, sacramento da nossa comunhão. 

E são dois dias de esperança, projetados naquele terceiro dia, o dia da Ressurreição do Senhor. Os santos são a razão e a esperança de que é possível uma nova humanidade e, com ela, um mundo novo, uma alegria maior, uma vida eterna. 

Depois da controvérsia sobre o tributo a César, à pergunta sobre o mandamento maior Jesus responde com a mesma moeda: amar a Deus e amar o próximo. Ambos provêm do mesmo Amor com que Deus primeiro nos amou. Amar a Deus e amar o próximo não é mais do que responder ou corresponder a esse primeiro amor.

Neste Dia Mundial das Missões, a Palavra do Apóstolo desafia-nos a anunciar o Evangelho, não só com palavras, mas com obras poderosas e com a ação do Espírito Santo.

No início da semana de oração pelas missões, a parábola do Evangelho deste domingo não nos deixa sossegados, à volta da mesa. Desafia-nos a sair em missão, e a estender a convite aos de mais longe, aos distantes e afastados. Revistamo-nos, desde já, do traje nupcial, da alegria do amor e da comunhão, para participarmos dignamente do banquete eucarístico.

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