De regresso a casa e ao trabalho, aqui viemos, neste domingo, para celebrar a Eucaristia, como alimento que alimenta, sustenta e reforça a nossa fé. Somos desafiados por Jesus, a segui-l’O pelo caminho da Cruz ou, no dizer de São Paulo, a oferecermo-nos “como sacrifício vivo, santo, agradável a Deus, como culto espiritual”.  

Com o final de agosto, vamos ao bolso buscar as chaves, para regressar a casa e ao trabalho. Cristo chama-nos a responder e a corresponder ao Seu amor, com uma fé sólida e sincera, que se traduza num serviço humilde e numa missão alegre. 

Depois de termos celebrado a mais perfeita realização da fé em Maria, no passado dia 15, somos convocados, mais uma vez, neste domingo, a louvar e a engrandecer a fé de uma mulher, de uma mulher estrangeira. 

A Assunção de Nossa Senhora é a Páscoa de Maria, é a festa da Sua plena participação na vitória pascal de Seu Filho Jesus Cristo. Maria, sempre unida ao Seu Filho, na vida e até à morte, uma vez concluído o percurso da Sua vida terrena, é associada à glória da Ressurreição de Seu Filho.A assunção de Maria, no meio de agosto, vem tirar a nossa cabeça da areia e fixar os nossos olhos noutro céu e noutro sol.

Agosto, o mês das férias, não nos dá tréguas! Agitados pelas crises e tempestades, gritamos por Deus, como se Ele estivesse distante. Está connosco e entre nós. Simples e discreto, na voz de um fino silêncio. 

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