Grupo de Escuteiros - Agrupamento 521

Agrupamento 521: Com(o) Maria, Mãe do Escuta, no caminho da alegria

 

 “A Mensagem e os acontecimentos de Fátima dão-se, na serra de Aire, em ambiente puro e agreste, num contexto de  grande harmonia, entre os Pastorinhos   e o ambiente natural, em que vivem e crescem (…) Estas crianças viviam, praticavam os seus jogos e brincadeiras, em perfeita aliança com a natureza, numa atitude de gratidão e louvor, nos seus cânticos, de respeito, de sobriedade (cf. LS, 224), em grande alegria e paz (cf. LS, 225), e, neste sentido, podem ser    propostos como modelos de uma “aliança entre a humanidade e o ambiente”, tal como nos é proposto na Encíclica  Laudato si' (cf. LS, 209-227) e podem ajudar-nos a uma verdadeira “conversão ecológica” (LS, 216-217), que nos leve a    viver a alegria da criação (cf. LS, 222) e a “cuidar da casa comum”, como nos sugere a encíclica social do Papa Francisco e  que constitui um dos contextos e desafios pastorais, que enunciamos no nosso Plano Diocesano de Pastoral (PDP,  capítulo III, n.º 8, pp. 18-19)»(Plano Diocesano de Pastoral 2016/2017, pp. 37-38).

 

I. Lema anual: Com(o) Maria, Mãe do Escuta, no caminho da alegria!

 

  1. Construir a Sede dos escuteiros, cujo projeto está já aprovado pela Diocese, e cujo financiamento de 150.000,00 €, por parte da Câmara Municipal de Matosinhos, está já garantido. Deverá estar concluída em setembro de 2017.
  2. Dar uma atenção especial ao ponto 7 do III capítulo do Plano Diocesano de Pastoral, “A alegria da criação: a aliança entre a humanidade e o ambiente (pp. 37-38). Atenção especial também ao ponto 8: o sentido da peregrinação: o caminho da alegria (pp. 39-40).
  3. Promover o conhecimento e valorização da figura dos Pastorinhos, da mensagem e do acontecimento de Fátima, sobretudo nos aspetos que mais se relacionam com os eixos educativos do CNE: sobriedade dos Pastorinhos (vida simples e austera); a capacidade de resposta vocacional, mesmo em tenra idade…
  4. Valorizar as fontes da alegria, na experiência do Agrupamento:

- A alegria de estarmos juntos, como canta o salmista: Oh, como é belo e agradável ver os irmãos reunidos em harmonia” (Sl 133,1); fazer do Agrupamento uma comunidade onde todos se sintam em casa;

- A alegria de crescer, como Jesus, em 3D: “em estatura, em sabedoria e em graça” (Lc 2,52)! Como não valorizar esta alegria, que enche de brio e de brilho os olhos do coração dos pais e educadores, mas também das próprias crianças, adolescentes e jovens?

- A alegria da partilha, porque, como disse Jesus, “Há sempre mais alegria em dar do que em receber” (At 20,35); quanto podemos e devemos fazer na educação para a partilha e para o sentido da justiça e do bem comum, entre os escuteiros;

- A alegria da amizade, porque é bom termos alguém que caminha ao nosso lado! Esta amizade tem expressão diferente na relação entre escuteiros e na relação dos Chefes com estes. Por isso Jesus pôde dizer: “Chamei-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que recebi de meu Pai” (Jo 15,15);

- A alegria da simplicidade, porque só um coração simples é capaz de alegria (cf. Mt 5,3.8);

- A alegria da criação, porque a criação é a dança de Deus, cuja sabedoria eterna brinca e se deleita em estar no meio dos homens (Pr 8,22-31); o cuidado da casa comum é uma das fontes de alegria e é também uma expressão nova das obras de misericórdia, como nos recordou há dias (1 de setembro) o Papa;

- A alegria do trabalho e do dever cumprido, da boa ação, que nos dá uma grande paz de consciência e de coração (Lc 17,10), fazendo tudo, como se tudo dependesse de mim, mas confiando na graça de Deus, como se tudo dependesse d’Ele;

- A alegria da vocação, porque é belo ser chamado pelo nome e porque a escuta do meu nome é a melhor melodia do coração: “Chamei-te pelo teu nome; és meu”, diz o Senhor a Isaías (Is 43,1);

- A alegria da missão, porque é “doce e reconfortante a alegria de evangelizar” (EG 9; EN 80), como nos recordou Paulo VI e agora tão insistentemente o Papa Francisco;

- A alegria do caminho, feito em conjunto…

 

5.       Realçar a importância da formação espiritual, da experiência da oração, do encontro com Cristo, em todos os membros do Agrupamento. Valorizar os espaços e momentos de silêncio e de oração…nas nossas atividades.

6.      Participar ativamente navisita pastoral, a concluir a 2 de abril. Não marcar nada entre 27 de março e 2 de abril. Preparar a visita, também pela reflexão pastoral.

7.       Nas reuniões de direção, responder, até 15 de março, às questões da Instrumento de análise pastoral, a partir do livreto do Plano Diocesano de Pastoral 2016/2017: questões dos grupos II (pág. 76), V (pág. 79) e VI (pág. 80).

8.      Articular melhor a relação do Agrupamento com a Catequese.

a)      Alexandra Santos será a mediadora desta relação.

b)      Propõe-se um encontro breve entre os chefes e a coordenadora de cada ano, no início de cada trimestre, para reajustamento e atualização do calendário das atividades.

c)      Ver o Calendário da Catequese e o calendário pastoral da Paróquia. Evitar sobreposições.

9.      Participar na oração comunitária do Rosário, no sábado, dia 20 de maio, às 18h, juntamente com o coral da missa de sábado às 19h;

10.    Participar na iniciativa “24 Horas para o Senhor”, no sábado, dia 25 de março, da 01H00 às 02H00.

 

II. Organização

 

Estrutura e dimensão do Agrupamento, chefiado por Luísa Novais:

 

  • 1.ª Secção  – 30 Lobitos: Isabel Catalarrana, Álvaro Catalarrana, Noélia Ramos (em formação), José Ramos (em formação), Pedro Catalarrana (em formação), João Águas (em formação), Joana Magalhães (aguarda formação);

 

  • 2.ª Secção – 20 Exploradores: António Félix, Paula Ferreira, Ilídio Pires, Ana Isabel Tavares (aguarda formação), João Paulo Júnior (aguarda formação);

 

  • 3.ª Secção – 31 Pioneiros: Luís Oliveira, Hélder Salvado, António Arouca,

 

  • 4.ª Secção – 10 Caminheiros: Luísa Novais; Ana Raquel Gonçalves.

 

Nota:Os chefes devem apresentar ao Assistente Espiritual o seu calendário, com a programação anual, e as propostas de atividades, no início de cada trimestre, para as compatibilizar com a programação paroquial e sobretudo com a Catequese.

 

III. Atividades

 

§  5 nov. - Não há atividade escutista(ACADINUC - Acampamento de Dirigentes do Núcleo Litoral)

§  12 nov. - 20h00 - Magusto

§  8 dez. - Imaculada Conceição

§  7 jan. -20h00 - Jantar de Reis

§  14 jan. - Não há atividade escutista (Atividade de Dirigentes e Caminheiros)

§  18 fev.- 21h30 - Velada de oração

§  19 fev. -9h30 - Promessas

§  8 abr. - 20h30 - Ceia Judaica

§  29 abr. - S. Jorge (Atividade Regional)

§  31 jul a 6 ago. - ACANAC (Acampamento Nacional)

 

Top
Usamos cookies para garantir uma melhor navegação no site. Ao continuar a utilizar este site, está a dar o seu consentimento. Mais detalhes…